Divinópolis estreia filme sobre o Morro da Gurita

Da Redação 

No dia 16 de outubro, acontecerá, a partir das 19h, no auditório da Uemg em Divinópolis (avenida Paraná, 3.001, bairro Jardim Belvedere), a exibição do filme “Santa Terra: Morro da Gurita”, dirigido por Romulo Corrêa. 

O cineasta, que participará de um debate após a exibição do filme, é graduado em jornalismo e fotografia pela academia de mídia Cimdata, de Berlim, na Alemanha. 

O evento, promovido pelo Centro de Memória Professora Batistina Corgozinho (Cemud), da Uemg Divinópolis, é aberto à comunidade e terá, como atração cultural, apresentação do grupo de tambores “Ilê asè Omo Omi Odé” (tradução: “Casa das energias dos filhos das águas do caçador”). 

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (37) 3229-3561 ou pelo e-mail memoria.divinopolis@uemg.br.

Gravatá

O documentário também será exibido no próximo dia 14, às 19h30, no Teatro Usina Gravatá. A entrada é gratuita, as vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo site https://appticket.com.br/santa-terra-morro-da-gurita-premiera.

Filme

O filme, produzido pela RC Filmes, com a ajuda e o trabalho voluntário de mais de 200 artistas e moradores de Divinópolis e região, conta a história de como e porquê o Morro da Gurita se transformou em uma “Terra Santa”.

De acordo com o cineasta, durante o documentário, que tem aproximadamente 40 minutos de duração, representantes de diversas culturas e religiões relatam sobre o “morro sagrado”.

— Este registro servirá não só para Divinópolis e região, mas para pessoas de todos os cantos do mundo e também para as gerações futuras, que poderão assistir e compreender o verdadeiro significado histórico e religioso deste lugar que une e reúne povos de todas as crenças — comenta Rômulo Corrêa.

Produção regional

O diretor do filme conta ainda que, no decorrer da história, os espectadores vão descobrir o que as comunidades lindeiras pensam sobre o futuro desta "Santa Terra", suas reações diante das mudanças atuais e os relatos sobre as novas perspectivas de vida diante a construção da Cruz de Todos os Povos.

— É uma produção 100% regional, feita com muito trabalho, carinho e dedicação. O esforço de cada voluntário faz o diferencial desta história que é contada por muitos. Acredito que muitos irão surpreender-se — finaliza o cineasta.

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