Tombamento!

Marco Aurélio Braga 

No apagar das luzes de outubro, um decreto assinado pelo prefeito Galileu Machado (MDB), que entrou em vigor no último dia 30, tombou o conjunto paisagístico da Praça Benedito Valadares, em Divinópolis. O espaço ‒ mais conhecido como Praça do Santuário ‒, desde a inauguração, em 1968, sempre foi palco de grandes manifestações populares e uma opção de lazer para todos da cidade e foi projetada pelo arquiteto Aristides Salgado dos Santos. A publicação do Decreto 14.032 foi no Diário Oficial dos Municípios Mineiros.   

Prontinho                                                                            

Marcas do Tempo, obra de estreia do arquiteto, paisagista e político Aristides Salgado dos Santos no mercado literário no segmento de poesia, já está pronto. O lançamento estava agendado na Galeria Giva Sartori, do Clay Abreu, em evento que contaria, simultaneamente, com exposição de arte ‒ desenhos e pinturas, tanto novos quanto antigos, do autor. Com a pandemia, tudo foi adiado, mas será apresentado ao mercado em grande estilo em 2021. Depois eu conto!                                                                                             

Marcas do tempo

O livro Marcas do Tempo, de Aristides Salgado dos Santos,  conta com 60 poemas, a capa é um desenho do autor e o prefácio é de Fernando Teixeira. O material foi revisado por Mauro Eustáquio. No lançamento, ainda sem data marcada, haverá também uma exposição paralela de obras do autor, com destaque para uma série de lápis aquarelado, na qual Aristides fez uma interpretação da Ave-Maria em traços e cores. A mostra também apresentará três desenhos da coleção particular de Salgado executados por seu pai, Edmundo de Oliveira dos Santos, que era chefe das oficinas da Rede Ferroviária e tinha um dom artístico aguçado.                                                              

1972

A efervescência literária continua em tempos de pandemia. A obra de estreia de Otávio Paiva, o Cuca, no mercado literário, intitulada “1972: feliz por um bis”, também pronta, tem lançamento aguardado por todos, ainda sem data marcada. O romance autobiográfico teve trechos já divulgados na página do Facebook do autor. O conteúdo do livro remete a um passeio pelo ano de 1972, no qual o autor recorda os grandes eventos que movimentaram a cidade e outros que não ocorreram, mas que ele deu asas à sua imaginação fértil para que, ao fim, se realizassem. A capa é a reprodução de um quadro do artista plástico Heraldo Alvim. A obra deve ser lançada no mercado por meio de financiamento coletivo, com o dinheiro de pessoas que estão dispostas a colaborar com o projeto. Este canal se tornou mais conhecido pela expressão em inglês “crowdfunding” ou, ainda, pelo termo mais popular, "vaquinha on-line".                                                 

Adélia                                                                               

Cida Pedrosa, aos 56 anos, se tornou a primeira mulher de Pernambuco a vencer o Prêmio Jabuti 2020 com “Solo para vialejo” (Cepe Editora). Vencedora nas categorias Livro do Ano e Poesia, a escritora pernambucana acaba de ser eleita vereadora no Recife. Ela disse aos jornalistas no evento que quer vir de van a Divinópolis para “tomar chá” com Adélia Prado.

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