Servidores da Prefeitura, serão ouvidos em CPI

 

 

Da Redação  

A CPI dos áudios tem nova rodada de interrogatórios hoje. Desta vez,

o diretor de Comunicação, Evandro Araújo, e a gerente de marketing da Prefeitura, Sandra Passos prestarão depoimentos para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Áudios. Eles serão ouvidos na hoje, às 14h. Ao todo, dez pessoas já foram ouvidas pelos membros da CPI, que investigam os áudios apresentados por Marcelo Máximo de Morais, mais conhecido como Marcelo Marreco, ex-aliado do prefeito Galileu Machado (MDB), em abril deste ano.

Em um dos áudios, o prefeito de Divinópolis, supostamente oferece um cargo na Prefeitura para seu ex-aliado, e ele não precisaria trabalhar. Logo após este primeiro áudio, Marreco apresentou outras duas gravações, que envolvem também o editor do Divinews, Geraldo Passos. Ele, por sua vez, prestou depoimento no dia 23 de agosto, na condição de testemunha e negou a oferta do cargo ao ex-aliado de Galileu. O procurador geral do Município, Wendel Oliveira, a secretária municipal de administração, Raquel Freitas, e Galileu também prestaram depoimento.

 O prefeito 

Galileu foi ouvido em seu gabinete, no dia 22 de agosto e também negou a oferta ilícita do cargo. Além da Comissão Parlamentar de Inquérito, o Ministério Público (MP) também investiga as denúncias. Tanto Galileu, quanto Geraldo Passos, já foram ouvidos pelo promotor público, Gilberto Osório. Conforme informou a assessoria de imprensa da Câmara, os membros da Comissão realizaram diversas reuniões internas para alinhar a sequência de depoimentos, e então foi definida a necessidade dos depoimentos dos servidores do Executivo.  Ainda segundo a assessoria, os membros da CPI estão aguardando o agendamento do procurador federal, Lauro Coelho para complementar a rodada de depoimentos. Lauro é citado por Galileu no primeiro áudio.

 Sigilo telefônico 

De acordo com o presidente da CPI, Ademir Silva (PSD), a comissão aguarda ainda a resposta da Justiça, quanto ao pedido da quebra de sigilo telefônico dos envolvidos na investigação, feito em julho. Na época, foi pedida a quebra do sigilo dos telefones do prefeito, do editor do Divinews, do ex-assessor especial de governo, Fausto Barros, do autor das supostas gravações, Marcelo Máximo, e da secretária municipal de Administração.

 

 

 

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