Semas e Ides-MG realizam apresentação sobre Acessuas Trabalho

Entre os temas tratados, a entidade relatou o histórico de atuação e apresentou os profissionais que serão responsáveis pela implementação do programa na cidade e o público-alvo a ser atendido.

Da Redação

A Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), por parte da Gerência de Contratos, Compras e Parcerias com OSCs e Interface Jurídica, e o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Minas Gerais (Ides-MG) apresentaram o Programa de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho (Acessuas Trabalho) ontem, 9, no auditório da sede da pasta. 

A apresentação foi conduzida por técnicos responsáveis pela execução do programa no município. Coordenadores dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e outros técnicos da Semas também estiveram presentes. 

Entre os temas tratados, a entidade relatou o histórico de atuação e apresentou os profissionais que serão responsáveis pela implementação do programa na cidade e o público-alvo a ser atendido. 

Programa

Durante a execução do Acessuas Trabalho, até 1.300 pessoas serão atendidas nos ciclos de oficinas que se realizarão. O projeto busca a autonomia das famílias usuárias da política de assistência social por meio da integração ao mercado de trabalho.

O público-alvo são populações urbanas e rurais com idade de 14 a 59 anos que se encontram em situação de vulnerabilidade e risco social, com prioridade para usuários de serviços, projetos, programas de transferência de renda e benefícios socioassistenciais, assim como atendidos e acompanhados pela Proteção Social Básica e Especial, especialmente:

•beneficiários do programa Bolsa Família;
• pessoas inscritas no CadÚnico;
• pessoas com deficiência;
• jovens e adultos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV)
e egressos;
• adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas, egressos e
famílias;
• famílias com presença de situação de trabalho infantil;
• famílias com pessoas em situação de privação de liberdade;
• famílias com crianças em situação de acolhimento provisório;
• população em situação de rua;
• adolescentes e jovens no serviço de acolhimento e egressos;
• indivíduos e famílias residentes em territórios de risco em decorrência do tráfico
de drogas;
• indivíduos egressos do sistema penal;
• pessoas retiradas do trabalho escravo;
• mulheres vítimas de violência;
• jovens negros em territórios de risco;
• adolescentes vítimas de exploração sexual;
• comunidades e povos tradicionais;
• público de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais;
• e outros para atender às especificidades territoriais e regionais.

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