Safra bate recorde

Jorge Guimarães

A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve atingir 236 milhões de toneladas em 2019, de acordo com as estimativas de junho do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa uma alta de 4,2% em relação à safra do ano passado, determinando, assim, mais um recorde.

Dupla

Uma safra alta quer dizer economia para o bolso do consumidor, haja vista que o nosso arroz com feijão é a dupla preferida na hora das refeições. E ela já assustou muita gente, quando os preços foram às alturas em 2016. Naquela época, o preço do feijão que chegou a bater a casa dos R$ 15,00. Já é possível encontrar o item nas gôndolas dos supermercados com os preços estáveis desde o começo do ano. Como no caso do carioquinha, o mais usado tradicionalmente, que hoje tem preços que variam entre R$ 1,99 a R$ 4,99, conforme a marca e a qualidade. O feijão preto também está com o valor em R$ 4,99. Já o pacote de cinco quilos do arroz tipo agulhinha, o mais utilizado, está custando entre R$ 9,98 e R$ 17,98, dependendo da marca. 

Consumo

Para o empresário do ramo alimentício Paulo Roberto, a boa notícia da safra recorde vai deixar o cardápio de seu estabelecimento mais variado e com certa fartura.

— Quando o feijão subiu, para não repassar ao nosso cliente, nós tivemos que nos virar para que o nosso prato executivo continuasse ao gosto de nossa clientela. Com os preços estabilizados, estamos com mais opções em nosso cardápio, que é variável dia a dia. Mas neste inverno a tradicional feijoada aos sábados é imbatível — destacou.

 

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