Quatorze vezes Marta

Com o fiasco da seleção masculina de futebol na Copa do Mundo da Rússia, principalmente por parte de seu melhor jogador, Neymar, depois de anos o Brasil ficou fora da lista dos dez melhores jogadores da temporada, que concorrem a Melhor do Mundo, pela Fifa, no final do ano. Um castigo mais do que merecido para quem realmente não mostrou nada em gramados russos.

Mas para salvar o nome do futebol canarinho surge mais uma vez a craque Marta, a camisa 10 da Seleção feminina de futebol, eleita cinco vezes a melhor do mundo, e que pela 14ª temporada consecutiva é indicada para concorrer ao prêmio.

São 14 anos que a nossa camisa 10 faz história pelos estádios do mundo e por aqui não aparece ninguém para exaltar seus feitos. Fosse um perna de pau qualquer do escrete masculino, já estaria sendo carregado nos ombros, como se fosse um deus.

É, aqui é assim mesmo. Quem muito faz não tem seu valor reconhecido, mas aqueles que são apadrinhados pela grande mídia, sim, levam tudo. 

Fazendo história 

E os números de Marta são mesmo impressionantes. Além de 14 anos seguidos com seu talento reconhecido pela Fifa, a jogadora já superou a marca de Pelé como a maior goleadora do futebol brasileiro. E a isto ninguém dá o devido valor. Fazer o quê? 

Marta é indicada mais uma vez para concorrer ao prêmio de melhor do mundo 

E por que o futebol feminino não tem apoio? 

As meninas do Brasil têm que matar um leão a cada partida. Lutam sozinhas, contra tudo e contra todos, pelo sucesso do futebol feminino e seus feitos quase sempre passam despercebidos pela grande maioria. A mídia não tem interesse algum em divulgar suas conquistas.

Verdade maior que esta não há. 

Falta apoio 

Tratadas como subproduto do futebol brasileiro, as meninas da Seleção brasileira, e de alguns clubes que ainda investem nelas, vivem com o coração nas mãos, a espera do dia em que serão tratadas com o devido valor e terão seu esforço reconhecido. 

Menos mal 

A esperança é de que esta história ganhe um novo colorido a partir do próximo ano, quando passarão a vigorar as novas regras impostas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pela Conmebol, de que clubes que não tiverem equipes femininas não poderão disputar torneios internacionais.

E é este o único caminho. Se os caras não valorizam as mulheres pelo bem, terão que fazer pela força.

E viva o futebol feminino do Brasil.

Atlético insiste em seus erros 

Segundo colocado na Série A, antes da parada do Brasileirão, para a disputa da Copa do Mundo da Rússia, o Atlético despencou na tabela e hoje já é apenas o quinto colocado.

Tudo bem, que em uma rodada, duas, o time alvinegro possa estar novamente entre os primeiros, com vaga assegurada na Taça Libertadores de 2019. Mas apenas isto não interessa à Massa. Ela quer é a taça de campeão e ao ver aumentar a diferença para os ponteiros, a torcida vê diminuírem a cada dia as chances de título. Este é o ponto principal. 

Muitos erros 

A diretoria atleticana vem notabilizando, na temporada, pelos erros na estratégia para com o time de futebol. São inúmeros equívocos, mas o principal deles está mesmo é nas contratações, feitas de forma errada pela diretoria de futebol. Investir em meias e atacantes quando tem uma das piores defesas do torneio nacional é mesmo o fim da picada.

Ou Alexandre Gallo e o presidente Sette Câmara acordam para a realidade ou o time novamente alvinegro vai ficar no quase mais uma vez. E vai é se lascar no final do ano.

Quem viver, verá!

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