Prefeitura rebate críticas sobre buracos na cidade e destaca ações para reverter situação

Da Redação

O trabalho das equipes de operação tapa-buracos da Prefeitura de Divinópolis não irá parar nem mesmo nos feriados de fim de ano. As ações foram reforçadas no final de novembro. Por mês, são cerca de 3 mil metros quadrados de massa asfáltica aplicadas somente nesse tipo de serviço. Para garantir o atendimento a toda demanda, o Município autorizou a compra de mais 45 toneladas de emulsão, o produto que, misturado à areia e à brita, se transforma em asfalto.

O trabalho será intensificado em janeiro, quando o Governo do Estado se comprometeu a fazer o pagamento da primeira parcela do dinheiro que sequestrou indevidamente dos municípios. Só no caso de Divinópolis, a previsão é de que sejam depositados cerca de R$ 3 milhões, dinheiro esse que será investido na recuperação das vias. Ao todo, o Estado tem um débito com Divinópolis de aproximadamente R$ 100 milhões, retidos desde 2018.

Porém, todo o trabalho da operação tapa-buracos é um paliativo. O piso asfáltico das principais ruas de Divinópolis é antigo e está com a base comprometida e muitas fissuras, pelas quais há a entrada de água, o que inicia o processo de formação dos buracos. Mas a alternativa definitiva para isso já está em andamento. No início de janeiro será aberto o processo licitatório para as obras de uma nova pavimentação dos principais corredores de circulação e das linhas de ônibus. O investimento é da ordem de R$ 15 milhões.

Outra ação importante adotada pela Prefeitura é o enquadramento da Copasa de forma ainda mais rígida na cobrança dos serviços de manutenção. Muitos dos buracos existentes nas vias públicas de Divinópolis são resultantes dos serviços de manutenção nas redes de água e esgoto. Por força de lei, a Copasa tem que observar prazos e condições técnicas para recompor o asfalto.

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