Prefeitura, em crise, precisa de um craque como Didi1

Um gesto do craque Didi na Copa do Mundo de 1958, na Suécia, mudou o
Brasil. Na final daquela Copa, a Suécia abriu o placar.  Didi percebeu
que os jogadores brasileiros ficaram em pânico e era evidente o
desequilíbrio emocional da seleção.  Com determinação e frieza
peculiares, Didi caminhou devagar até o gol, pegou a bola no fundo  da
rede, botou embaixo do braço e andou calmamente até ao meio do campo,
exortando o time a se posicionar e virar o jogo. O Brasil não só
virou, como aplicou goleada de 5 a 2, dois gols de Pelé.

Prefeitura em crise precisa de um Didi 2

A Prefeitura de Divinópolis, em crise financeira, administrativa e
política, está precisando um Didi, da mesma credibilidade do craque,
para conclamar os vereadores e a população a se unirem em torno da
Prefeitura na busca de uma saída para a crise.O governador Romeu Zema (Novo), que chegou trazendo esperanças de dias melhores para o Governo de
Minas, já se deu conta de que o rombo deixado pelo governo petista é
muito maior do que imaginava e isso lhe impõe limitações de recursos
financeiros.  Assim, o jogo está com o prefeito Galileu Machado e a
hora é de compreensão e apoio. Este “Didi” incentivador e atuante há de
ter a capacidade de também sensibilizar o alcaide para que ele dê
exemplo de austeridade, cortando gastos e mordomias na prefeitura.

CPIs em baixa

Atentos ao que pensa a população, o editorial do Agora e este
colunista criticam o excesso de comissões parlamentares de inquéritos
e sua ineficácia. No texto do dia 25 de janeiro, o editorialista
concluiu que “doa a quem doer, mas a bem da verdade, essas CPIs
instauradas pela Câmara não mudam em nada a rotina dos
divinopolitanos”. Na minha coluna do dia 30, escrevi sobre a
inutilidade de CPIs, que são requeridas e que, ao fim, esclarecem
exatamente nada. Ontem, 31, ao escrever sobre a tragédia de
Brumadinho, o editorialista em seu espaço assinala que
os “engravatados” se prontificaram a criar uma CPI para investigar e
apurar cada detalhe do ocorrido” e conclui alertando que “CPIs
- medida bem conhecida em Divinópolis - têm duvidosa eficácia”. E a
história mostra que estamos falando a verdade (o editorialista e eu),
e sabemos que ela dói em alguns vereadores.

Sexta-feira (1) fatídica

Senador Renan Calheiros (MDB-AL) pode ser eleito presidente do Senado.

Não creio!

Para serem eleitos, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Renan juram fidelidade à agenda de Bolsonaro. Os dois estavam, até quatro meses atrás, em canoas adversárias do bolsonarismo, vencedor nas urnas em 2018. Renan trabalhou para eleger Fernando Haddad no Nordeste e Maia fez campanha por Geraldo Alckmin no Sudeste. Com os naufrágios petista e tucano, a dupla, para se manter viva, esquece o que disse, tenta se alinhar ao discurso governista e promete fidelidade à agenda do Palácio do Planalto, ainda que em alguns casos não concorde integralmente com as propostas.

200 barragens já romperam no Brasil

Com Brumadinho, Brasil tem um rompimento de barragem a cada dois anos
desde 2000 .

De quem é a culpa?

- Governo FHC começa em 1995, e termina em 1° de janeiro de 2003,
quando assumiu Luiz Inácio Lula da Silva.

-O Governo Lula, 2003-2011, e de 2007 até 2011.

-Governo Dilma Rousseff, 2012–2016.

-O governo Michel Temer teve início no dia 12 de maio de 2016 até 2018.

Somos seriais killers planetários

Sempre vale a pena ler a coluna “Crepúsculo da Lei”, do colega Domingos
Sávio Calixto, publicada aqui no Agora,  às quartas-feiras.Esta semana, ele escreveu sobre “ecocídio” ocorrido em Mariana e Brumadinho. Segundo o professor, “somos ecocidas cruéis porque, antes de matarmos nossas vítimas (rios),  as torturamos sistematicamente, defecando nelas e sufocando-as com todo tipo de defeitos. Sim, parece incrível, mas nós, humanos, defecamos na água que bebemos”, disse o Mestre. "Ecocídio" consiste, pois, na destruição em grandes proporções do meio. Por isso, segundo Calixto, “se formos
procurar outro planeta para viver, seremos considerados serial killers
planetário”. Imperdível a leitura.

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