Prefeitura de Divinópolis alerta sobre golpes aplicados por calceteiros

Da Redação

A Prefeitura de Divinópolis fez nesta segunda-feira, 19, um alerta à população sobre a atuação ilegal de alguns calceteiros  – profissionais que fazem calçamentos de ruas. Em setembro do ano passado o Agora mostrou as histórias de moradores de várias regiões da cidade que afirmam ter sido vítimas de golpes.

Em nota, a Secretaria de Operações Urbanas (Semop) afirma que o trabalho de calçar algumas ruas é contratado pela população. O Município fornece pedras e fiscaliza.

O diretor Rodrigo Assis explica que antes de iniciar o contrato com o calceteiro, o cidadão precisa procurar o setor de calçamento da Semop para saber se o operário é autorizado pelo Município.

— É importante a população saber se o profissional está legalizado na Prefeitura, para fazermos a fiscalização — diz. 

Parte técnica 

A Semop informa que cabe à Prefeitura fazer o corte do terreno, croqui e levantamento topográfico, quando necessário, além da fiscalização dos calçamentos em andamento.

— Nós acompanhamos as obras que estão cadastradas no Município. Por isso é importante que a população contrate os calceteiros que estão autorizados, para que a Prefeitura tenha condições de fiscalizar os trabalhos — pontua. 

Ainda segundo a Semop, calceteiros que realizam obras de maneira incorreta ou de forma irregular são notificados pela Semop e impedidos de atuar no Município. 

— São bloqueados do exercício da função aqueles que não rejuntam meio-fio, não fazem as sarjetas ou deixam o calçamento incorreto de alguma forma — explica. 

Para saber se o calceteiro é autorizado a população deve entrar em contato com o setor de calçamento da Semop pelo telefone 3221-1088 ou ir à rua José Balbino Pereira, 171, no bairro Espírito Santo.

Entenda

Contratantes entrevistados pelo Agora em setembro do ano passado disseram que após receberem antecipadamente pelo serviço, os calceteiros sumiram sem terminar as obras. Eles afirmaram ainda que os profissionais foram indicados a eles pela Prefeitura, que negou.

 

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