Preços dos hortifrútis mantém instabilidade

Da Redação 

Enquanto o óleo de soja e o arroz estabilizaram a média de preços, os hortifrútis ainda estão com preços instáveis para o consumidor. A reportagem foi a alguns estabelecimentos e constatou, ouvindo os clientes, que a pesquisa ainda é fator essencial na hora de efetuar as compras. Em um deles, sacolão tradicional da cidade, o preço durante a semana é de R$ 2,99 e aos domingos R$ 1,99, valor muito abaixo dos praticados nas lojas de supermercados. Outro fator importante, relatado por consumidores, é comprar produtos de época, pois saem mais em conta para o bolso de cada um.

Preços

Em uma rede de supermercados, com três lojas na cidade, o quilo da cebola branca era vendido a R$ 4,98, o tomate a R$ 4,78 e a batata a R$ 3,28. Já a beterraba saía por R$ 4,49 e o pimentão verde a R$ 6,98. 

— Mesmo com os preços estáveis, o consumo de frutas e hortaliças caiu bastante nesta pandemia. Isso devido aos restaurantes e similares estarem neste abre e fecha. Assim, entra a lei da oferta e da procura, já que os itens mais consumidos estão com preços mais instáveis — avalia o gerente Robson Silva.

Concorrência

Já em outra loja de rede, a batata saía a R$ 3,49, o pepino a beterraba e a cebola branca eram comercializados a R$ 4,49; o pimentão, R$ 5,99; chuchu a R$ 3,49; e a cenoura vermelha a R$ 1,99. Já a cebola roxa era vendida a R$ 6,99, o tomate tipo italiano saía a R$ 5,99 e o repolho roxo a R$ 3,99.

— Esses preços devem se prolongar pelos próximos meses. Mesmo com a flexibilização dos restaurantes e bares, o consumo ainda não voltou ao que era antes. E no nosso segmento, a procura pelos hortifrútis teve um aumento gradual, pois o consumidor está mais voltado para as refeições em casa, muitos devido ao home office. Neste sentido, a procura pelos alimentos mais em conta é grande — explicou o gerente Walter Wagner. 

Consumidor

O consumidor, por sua vez, está mais atento às promoções.

— Toda semana pesquiso as promoções em cada supermercado no sacolão do meu bairro. E, para o meu caso, o sacolão sai mais em conta e vou sempre aos domingos, apesar de enfrentar fila para entrar, mas vale a pena pois os preços são mais baixos ainda — disse a dona de casa Lúcia Alves Costa. 

 

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