Preço médio da gasolina na cidade é de R$ 7,03

Formiga apresenta custo mais alto da região

 

Da Redação

Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizado na última semana, mostra que o preço médio da gasolina nos postos do país subiu 0,64%, chegando a R$ 6,753 o litro.  Já o valor médio do litro do diesel avançou 2% nos postos brasileiros, chegando a uma média de R$ 5,450. Por sua vez,  o etanol subiu 1,8%, fechando em R$ 5,39.

Divinópolis 

Em Divinópolis, a ANP também faz levantamento de preços semanais. Pesquisa realizada em dez estabelecimentos na última semana constatou que o custo médio da gasolina na cidade é de R$ 7,03; o menor ficou em R$ 6,94 e o maior valor registrado foi de R$ 7,09. Já o preço médio do etanol ficou em R$ 5,54 – o mais baixo registrado foi de R$ 5,29, e o mais alto,  R$ 5,79. Já o custo médio do diesel foi de R$ 5,35, o mais baixo, R$ 5,22 e o maior R$ 5,49. Na região Centro-Oeste, a cidade de Formiga foi a que registrou o valor mais alto da gasolina – o combustível é comercializado por R$ 7,20. Já Itaúna teve o menor preço, R$ 6,97. 

Pesquisa

As altas consecutivas dos combustíveis têm impactado diretamente no consumidor final, que tem se virado para economizar no que se diz respeito a abastecer seu veículo. 

— Estou deixando meu veículo em casa e indo trabalhar a pé. Assim, ganho  em saúde, pois ando pelo menos uns cinco quilômetros por dia e também economizo. O carro agora só sai da garagem em caso de emergência e fins de semana — disse o comerciante Geraldo Magela Souza. 

Gás 

O gás de cozinha teve seu último aumento no início de outubro, quando a Petrobras elevou R$ 0,26 por quilo no botijão de cozinha. Em Divinópolis, a ANP também faz levantamento semanais em relação aos preços praticados. Pesquisa realizada na cidade verificou que o custo médio do botijão de gás de cozinha, de 13 quilos, era de R$ 95,99. Já o valor mais baixo ficou em R$ 94,99 e o maior em R$ 98 – o consumidor precisa retirar o botijão diretamente da revenda.

— Meu consumo de gás é alto, de três a cinco botijões por mês.  Mas, como já tem algum tempo de comércio, sempre comprei de um único fornecedor e, como consumo muito, hoje estou pagando R$ 95, com direito a entrega. Mas, mesmo assim, faço minhas pesquisas de preços para poder negociar na hora de pagar — revela o empresário do ramo alimentício Paulo Santos.

Já a dona de casa Patrícia Laredo Cruz alterna o fogão com o a lenha.

— Lá em casa é só eu e meu marido. Em nossa área no fundo do quintal, construímos um fogão a lenha. Assim, alterno, ao fazer minha comida, entre os dois tipos de fogão,  dando para economizar um pouco — conta a dona de casa. 

 

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