Preço da gasolina pode ter reajustes

Jorge Guimarães

Ataques feitos por drones, no último sábado, a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, maior exportador mundial de petróleo, fez com que os preços do produto disparassem no mercado mundial. Para se ter uma ideia, em Londres, o barril teve alta de 19,5% e nos Estados Unidos subiu 15,5%, maiores elevações desde a Guerra do Golfo, em 1991. E, considerando a nova política de preços adotada pela Petrobras, os valores da gasolina e do diesel devem ter reajustes nos próximos dias.          

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Em Divinópolis, segundo a pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) na última semana em dez pontos de vendas, a gasolina teve o preço médio estipulado em R$ 4,72, o menor em R$ 4,56 e, o maior, em R$ 4,89.

— Eu pesquiso bastante, pois o mercado de combustível é de livre comércio. Mas, se preciso for, devido a algumas vantagens, prefiro-me fidelizar a um ponto de venda — revela o aposentado Davi Osvaldo Ferreira.

Para o frentista Alderi de Araújo, que trabalha em um posto na região central da cidade, o aumento deverá vir até o fim do mês, caso a Petrobras mantenha sua política de preços.

— Neste país, tudo pode acontecer, mas acho que o aumento deve vir somente quando as coisas acalmarem, e o mercado se estabilizar. Porém, por via das dúvidas, melhor o consumidor manter o tanque cheio para não ser pego de surpresa — avaliou.

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