Polo confeccionista de Formiga foi o único a criar postos de trabalho

Pablo Santos

Dos cinco principais polos confeccionistas de Minas Gerais, apenas Formiga, no Centro-Oeste, registrou saldo positivo na geração de emprego no ano passado. Divinópolis, Muriaé, Juiz de Fora e Belo Horizonte encerraram o exercício com saldo negativo, apontou o Núcleo de Pesquisas do Vestuário (Nupev), do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet) em Divinópolis.

De acordo com a pesquisa mensal do Núcleo, Formiga abriu, no ano passado, 25 vagas com carteira assinada no setor confeccionista. Foram 752 trabalhadores admitidos em 2019 no município, contra 727 desligamentos, o que representa os 25 postos de trabalho abertos.

A Zona da Mata cortou quase 200 vagas com carteira assinada no ano passado. De acordo com os dados, Juiz de Fora encerrou 87 oportunidaeds formais e Muriaé outras 94.

Belo Horizonte também fechou 2019 com saldo negativo no setor confeccionista. Na capital mineira,foram finalizadas 18 vagas formais.

Divinópolis

O principal polo do vestuário de Minas Gerais encerrou 2019 com sete vagas cortadas no setor. Foram 1.783 admissões e 1.790 demissões no ano passado.

O desempenho de 2019 foi melhor na comparação com 2018, quando a cidade encerrou 18 oportunidades de trabalho.

Um dos piores anos para o setor foi em 2017, quando a cidade amargou um corte de 606 oportunidades formais no setor confeccionista.

Outro ano com forte volume de vagas formais finalizadas foi 2016, com 387 vagas formais.

Com 504 vagas encerradas, 2015 também foi um ano com oportunidades em queda. Em 2014, o setor em Divinópolis amargou outro desempenho negativo: 244 postoscom carteira assinada finalizados.

O último ano com saldo positivo no emprego em Divinópolis foi 2010. De acordo com os dados do Ministério da Economia, foram abertas naquele período 199 vagas com carteira assinada.

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