Parcelamento

É claro que o prefeito Galileu Machado, como o governador Fernando Pimentel, está dividindo em parcelas os salários do funcionalismo porque o dinheiro acabou. Nenhum governante gosta de atrasar pagamentos de servidores, pois isso, além de não gerar nenhuma vantagem para o erário, desgasta a imagem do governante. O funcionalismo estadual vem sofrendo deste mal, desde o ano passado e já passou o vencimento de suas contas mais para o fim do mês, para poder pagar os cartões dentro do prazo, sem juros.

Melhor que...

... o funcionalismo municipal se acostume ao mesmo procedimento dos colegas de nível estadual, passando para depois do dia 20 suas contas a pagar. Fica menos inseguro e com poucas possibilidades de se entregar aos altíssimos juros dos cartões ou das contas bancárias.

Estado de penúria

Pode ser, pois a justiça, via Sérgio Moro, tem realmente apertado quem passa por lá como réu. É bem possível que o ex-deputado Eduardo Cunha esteja passando por alguma dificuldade financeira como declarou à imprensa. Ele, sem problemas, pois tem comida farta, cama, água, luz, atendimento médico, vive enclausurado, mas com mordomia. O mesmo não se pode falar da família dele, pois a fonte secou, todo mundo virou delator, o JBS parou de mandar a mesada e as contas estão todas bloqueadas. Só não se sabe onde está o dinheirão roubado e que não foi depositado, como o  descoberto com Geddel Vieira na Bahia.

Tudo certo mas...

...esquisito! Depois do rombo que os últimos governos do PT fizeram na Petrobrás, incluindo o prejuízo por Dilma ter bancado um preço menor para a gasolina durante muito tempo, o brasileiro vai se acostumando aos novos ares, com aumentos quase diários para os combustíveis. O que não se compreende muito bem é por que o álcool, que não tem nada a ver com os derivados do petróleo, sofra reajuste com a oscilação dos preços do produto.

O Brasil...

...inventou o carro que pode rodar com dois combustíveis, numa solução espetacular para os tempos do governo militar, quando a produção do petróleo não dava para o consumo interno. Agora que o produto até sobra, os aumentos são dados “de acordo com o mercado externo”, dizem os especialistas da área econômica. Quer dizer, roubavam e não davam aumento, e agora não roubam e o aumento é constante. Difícil de entender, não?!

Pesquisa interessante

“O emprego mal-intencionado das mídias sociais põe em risco o próprio espaço do debate democrático. Por ser um universo que tende a congregar pessoas com visões afins, fica mais difícil contestar rumores ou discussões distorcidas com fatos –papel este intrínseco ao jornalismo profissional. Recente pesquisa apontou que 74% dos americanos confiam na imprensa escrita como fonte de informação – e só metade  dá crédito ao que lê nas redes. Trata-se de indicador alvissareiro, a desestimular o obscurantismo noticioso”.

A informação...

...acima, faz parte do trecho final do conceituado jornal “Folha de São” Paulo, analisando a seriedade ainda mais presente nos meios de comunicação, salientando para a imprensa escrita em relação às redes sociais, onde os chamados “fakes” têm praticamente anulado o valor de a notícia chegar antes do impresso, pois nem sempre a foto, o texto ou o fato em si são verdades. Por isso, os maiores jornais do mundo ainda resistem às dificuldades entre as mídias, pois o respeito do que é escrito, vem através da assinatura de quem tem competência para informar com credibilidade.

 

 

 

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