Origem da expressão lágrimas de crocodilo

Lágrimas de crocodilo é uma expressão idiomática popular na língua portuguesa e em outros idiomas, usada para representar um choro que não é sincero. É que, quando o crocodilo está se alimentando, ele morde a sua comida com muita força, forçando, desse modo, o céu da boca e comprimindo as suas glândulas lacrimais. Assim, parece que o animal está chorando enquanto devora as suas presas.

Ou seja, as lágrimas não se formam por um sentimento de pena e tristeza que o crocodilo possa ter em relação à caça, mas, sim, pela pressão que faz nas glândulas lacrimais enquanto mastiga.

A partir desse "choro falso" do crocodilo teria se originado a famosa expressão popular.

(Fonte: https://www.dicionariopopular.com)

 

Curiosidades

Costumes de diferentes países ao redor do mundo

Na China e em outros países do continente asiático, é considerado grosseiro mostrar os dentes ao rir ou sorrir. As mulheres geralmente cobrem a boca com as mãos enquanto riem e as que não o fazem estão agindo de maneira inadequada.No Japão, se for presentear alguém, melhor que não seja com um relógio. Para os japoneses, eles simbolizam a morte. (Fonte: http://www.tudoparaviajar.com)

 

Para refletir

No ventre de uma mãe havia dois bebês.

Um perguntou ao outro:

— Você acredita em vida após o parto?

O outro respondeu:

— É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde.

— Bobagem, disse o primeiro.

— Que tipo de vida seria esta?

O segundo disse:

— Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora.

O primeiro retrucou:

— Isto é um absurdo. O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação.

O segundo insistiu:

— Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico.

O primeiro contestou: — Bobagem e, além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá?

— Bem, eu não sei, disse o segundo, mas certamente vamos encontrar a mamãe e ela vai cuidar de nós.

O primeiro respondeu:

— Mamãe? Você realmente acredita em mamãe? Isto é ridículo. Se a mamãe existe, então, onde ela está agora?

O segundo disse:

— Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela, este mundo não seria e não poderia existir.

Disse o primeiro:

— Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe.

Ao que o segundo respondeu:

— Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa.

(Fonte: autor desconhecido)

 

Reflexão da semana

“E de repente, num dia qualquer, acordamos e percebemos que já podemos lidar com aquilo que julgávamos maior que nós mesmos. Não foram os abismos que diminuíram, mas nós que crescemos.”
(Autor desconhecido)

 

Ria... Por favor!!!

Ontem no ônibus, entrou um anão e sentou ao meu lado.

Depois de alguns minutos o ônibus freou e ele escorregou do banco. Eu o peguei pelo braço rapidamente e o coloquei sentado no banco. Depois o anão escorregou novamente e eu consegui ajuda-lo outra vez.
Ele escorrega pela terceira vez e eu já arretado puxei ele pro banco de novo e falei:

— Você é fraco, é? Segure, rapaz! Vai ficar escorregando toda hora?!

No que o anão respondeu, p da vida:

— Vai te lascar, miserável! Já tem três paradas que tento descer e você não deixa!!!

 

Máximas do Professor Carlinhos

Aviso de um bebum: “Se alguém estiver precisando de emprego, procure-me, porque nesta sexta-feira eu vou dar muito trabalho”.

Recentemente, descendo a rua São Paulo, já no território do nosso Camelódromo, um amigo foi interpelado por um jovem auxiliar de vendas de algum daqueles comerciantes e aí se deu o seguinte diálogo:

— Bom dia, senhor! Em que posso ajudá-lo? Com voz impetuosa.

Encostando-se na parede de uma loja próxima, nosso amigo gesticulou uma aproximação, dizendo:

— Por favor, venha aqui.

E o jovem, pronta e animadamente se aproximou. E meu amigo, falando baixinho, continuou:

— Estou pensando em estourar um caixa eletrônico e fazer um assaltozinho ali no banco próximo daqui. Topa? Me ajuda?

Que isso, moço? Tá doido?! — e saiu xingando.

(Eu mesmo não entendi a recusa, pois não havia se oferecido numa ajuda?!)

Nota do colunista: O problema é se aceitasse, Prof. Carlinhos!!!

 

(Livro: As máximas do Professor Carlinhos – Originais e genéricas; Volume 3. Páginas 88 e 89)

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