O livro na educação da humanidade – 1ª parte

Logosofia 

O livro é recurso eficaz para que os povos se conheçam e possam compartilhar os benefícios que cada grande conquista proporciona à evolução do pensamento, em consecutivos avanços na conquista do bem e da felicidade. Entretanto, entre os milhões de livros que circulam, nem todos contêm ideias construtivas ou de alta finalidade moral, intelectual ou social.

Naturalmente, para uma inteligência preparada, o fato de haver livros que carecem de utilidade tem pouca ou nenhuma importância, pois está em condições de escolher os melhores. O pernicioso é alguém sem preparação alguma, sem um juízo amadurecido no estudo, sem disciplina intelectual escolher ao acaso quaisquer livros, dando muitas vezes aos ruins uma marcante preferência. Daí a necessidade de fomentar o estudo e ensinar a pensar, porque é fácil levar as pessoas que não pensam de um extremo a outro, por ser particularidade delas seguir cegamente aqueles que, tendo maior capacidade, as conduzem segundo suas conveniências, interesses ou tendências do momento.

O autor expõe seu pensamento, seja da índole que for, para fazer os leitores participarem de seu conhecimento, de suas experiências ou de suas satisfações, ao entrelaçar numa fina trama o que crê interessante dar a conhecer. Assim, as obras científicas ou filosóficas, como todos os textos de estudo, servem para auxiliar o entendimento dos que abraçam uma carreira ou uma profissão; as literárias, a regozijar o espírito no mundo das ideações, das belezas naturais e panorâmicas ou no da fantasia.

Quem escreve um livro experimenta uma série de sensações que estimulam fortemente sua vontade e seu entusiasmo, mas nem tudo o que sua observação percebe acerca do mundo, da natureza, dos homens ou das coisas ou que aparece em sua concepção mental é consignado. O que o autor escreve é só uma parte daquilo que ele pensou, não obstante ter a sensação de que nada escapa à sua recordação no momento de materializar seu pensamento. A ideia em si, surgindo luminosa na concepção mental, não é a mesma coisa que a fotografia que dela faz depois a inteligência.

Ocorre algo semelhante quando, na volta de uma viagem, discorre-se sobre paisagens ou lugares visitados que impressionaram vivamente o espírito. Os que escutam não poderão participar além de uma mínima parte das sensações experimentadas, o que não impede que alguém, interessando-se em conhecer as maravilhas descritas, decida experimentar idênticas sensações. O relato teria então servido como estímulo a conhecer e sentir o que, sem ele, seguramente não se teria levado a cabo.  (Por Carlos Bernardo González Pecotche – Raumsol – Texto extraído da Coleção Revista Logosofia, tomo 1, pág.191. ) A 2ª parte continua na edição da próxima semana.

Para saber mais sobre este assunto, procure a Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana, uma instituição particular de utilidade pública, com finalidades exclusivamente educacionais e culturais, e tem como objetivo principal a divulgação e o estudo da logosofia.

A Fundação Logosófica é uma escola onde se reúnem atualmente milhares de logósofos, que se orientam e se guiam seguindo as disciplinas do método logosófico. Promove a realização de cursos, palestras e ciclos de estudo ao público em geral. O conteúdo de toda sua programação baseia-se nos conhecimentos logosóficos, sempre voltados para a superação mental, psicológica e espiritual do ser humano.

Mais informações: www.logosofia.org.br. Em Divinópolis ligue para (37) 3222-0390.

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