O fim de Mussoulini

João Carlos Ramos

Benito Amilcare Andrea Mussolini (29/07/1983 - 28/04/1945) pertencia ao Partido Nacional Fascista, do qual era líder em plena 2º Guerra Mundial. A palavra fascismo é originária da palavra ‘’fascio’’, referente a um símbolo de origem etrusca e de influência romana, significando poder e autoridade incontestável. Mussolini liderou a Itália com mão de ferro semelhável a Hitler, o alemão amaldiçoado por todas as gerações posteriores devido ao horrendo holocausto. Aos leigos no assunto, queiram saber que em Apocalipse 9:14 diz: "...A qual dizia ao sexto anjo que tinha a trombeta: solta os quatros anjos que estão presos, junto ao rio Eufrates...’’.

Os referidos anjos são espíritos do inferno, encarnados em Hitler, Stalin, Churchill e Mussolini. Como todos grandes monstruosos enganadores da história, eles arrastaram grande parte da humanidade para a guerra e o caos em todos os aspectos, usando armas altamente perigosas concernentes ao populismo. Pregava a favor dos operários e condenava o comunismo e, dessa forma, conquistou vários grupos sociais, visando apenas a aquisição de poder. Uma vez, aclamado Duce (comandante supremo da Itália, como os antigos imperadores romanos), seu povo se tornou presa fácil. Não tardou muito e sua máscara caiu. Logo, não demoraram em lhe armar uma grande emboscada. A ira divina o perseguia e por isso foi preso por guerrilheiros italianos ao tentar fugir para a Suíça. Após sua prisão inesperada, ele foi julgado e condenado juntamente com sua amante, Claretta Petacci, em Mezzegra, e sumariamente fuzilados de cabeça para baixo diante de uma multidão que profanava seus cadáveres. Todos os ditadores têm um triste fim e servem de exemplo para os pretensos ditadores de agora.

Abrindo um parênteses, sabemos que Hitler foi traído pelo "Lorde da guerra", Churchill, que o convenceu estrategicamente a atacar a Rússia, sabendo que seu exército seria derrotado pelo clima gélido daquela região. Como acontece nas ações de espionagem e contraespionagem, os norte-americanos foram comunicados e orientados a agir com tenacidade, e usaram a sabedoria nos ataques aos nazistas na grande guerra mundial. Sabemos pelos registros históricos que exatamente ali iniciou-se o fim do Führer alemão.

Voltando ao assunto inicial, Mussolini, sendo massacrado pelo povo, tornou-se  um exemplo para os futuros ditadores. Em pleno ano de 2021, o espírito de Mussolini ainda vive e inspira políticos enganadores. Discursos populistas eleitoreiros são a moda da hora. O povo sofre e ainda ama enganosamente o sofrimento. O famoso "me engana que eu gosto" é sempre presente no cenário atual.

Obviamente, João Batista estará novamente pregando no deserto.

Estamos à beira do caos em todos os aspectos. A educação está aos frangalhos e as poucas aulas que ainda possuímos são dedicadas a um narcisismo político cultural e/ou destituição de organismos sociais e similares. Os políticos em sua imensa maioria (a exemplo de Mussolini) estão totalmente despreparados e guiam as ovelhas para o matadouro.

O que eles não esperam é que o povo, mesmo que enganado por agora, os massacrarão nas urnas e apagarão suas memórias. Esclareço que não tenho compromisso com os poderosos e ainda enfatizo que minha matéria-prima é constituída de símbolos, o que é próprio dos amantes da sabedoria e não da transitoriedade humana. Um brinde ao fim do fascismo!... 

jocarramos@gmail.com

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