O fim de Hitler

João Carlos Ramos

Adolf Hitler nasceu em Braunau Am Inn, Áustria, em 20/04/1889, e morreu em Berlim, Alemanha, em 30/04/1945. Foi líder do III Reich, que ele considerava o terceiro reinado milenial. O grande fanático cria que o nazismo era a doutrina da encarnação do reino milenial, descrito em Apocalipse cap. 20 e, como tal, duraria mil anos. Por essa causa, arrastou o mundo para a Segunda Guerra Mundial. Abrindo um parênteses, a exata interpretação da profecia sobre o reino milenial se refere a Jesus Cristo, após acorrentar o antigo dragão, Satanás, aprisionando todos seus seguidores no inferno, onde está a Besta e o falso profeta. Dando continuidade à linha de pensamento, Hitler era pertencente ao signo de áries (negativo) e, assim sendo, era sadomasoquista em último grau.

Historiadores de renome relatam que, além de sua amante oficial, Eva Braun, possuía amantes que se apresentavam, em desespero de causa, a fim de usufruírem dele algumas gramas de poder. Inclusive existem relatos de mulheres que se suicidaram ao serem desprezadas pelo diabólico ditador, dentre as quais sua sobrinha, Geli Raubal. O exército, juntamente com toda a população alemã, tremia e temia, diante de seu poder. Indubitavelmente, ele levou para a eternidade a conta a ser paga de seis milhões de judeus mortos no horrendo holocausto, dois milhões de ciganos e outras minorias. O espaço é muito limitado para descrever as inacreditáveis monstruosidades em que ele se aprazia. Segundo peritos no assunto, Hitler era a encarnação do primeiro, dentre os quatro "anjos do inferno", descritos em Apocalipse 9:14. Todos os grandes ditadores desconhecem as armadilhas que os aguardam e, por causa disso, desconfiam de todos, ouvindo apenas aqueles que os estimulam a continuidade de seus atos.

Evidentemente Hitler possuía inúmeros inimigos que tramavam, em sigilo total, sua morte. Alguns tiveram insucesso, sendo esmagados por ele, e outros punidos com torturas e destituições de poderes, apenas por sua desconfiança. Citamos o ocorrido na "noite das longas facas", por exemplo, em que dezenas de oficiais da tropa de choque da SA foram suspeitos de traição ao regime, sendo barbaramente assassinados por ordem de Hitler. Em abril de 1945, aproximava-se o fim da Segunda Guerra Mundial e, obviamente, o fim de Adolf Hitler. Sabemos que o "lorde da guerra", Winston Churchill, era um célebre orador e grande estrategista de guerra. A Inglaterra, liderada por ele, não podia se curvar perante a soberba do ditador alemão. Oriundo daquele cérebro fantástico, surgiu um plano, altamente vitorioso. Consistia em atrair Hitler para um falso pacto e incentivá-lo a atacar a Rússia, onde um grande lobo o esperava ao anoitecer. A história nos diz que a ambição de Hitler era sem fronteiras e a conquista da Rússia seria o início da conquista mundial. Acontece que a sabedoria é maior do que a força... Hitler se viu derrotado ao ouvir o alarido dos vencedores e o explodir de bombas e rajadas de metralhadoras impiedosas. A ordem do alto comando era prender Hitler para o vilipêndio dos componentes do exército nazista que se escapasse. Planejavam amarrá-lo e dar-lhe mil chibatadas, diante de uma multidão em festa e depois passarem um trator em cima de seu corpo agonizante. Há muitas contradições entre os historiadores acerca do fim de Hiller. O mais aceitável é que ele, em um esconderijo secreto, envenenou sua fiel amante, Eva Braun, e logo após se suicidou com um tiro fatal na cabeça, tendo dado ordens antecipadas a um determinado soldado para atear fogo em seus cadáveres. Com a morte de Hitler, a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim, tendo um saldo de aproximadamente 85 milhões de mortos.

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