Novo cliente

Wagner Penna 

O varejo fashion anda discutindo seu futuro, em várias “lives” com as entidades ligadas ao setor. Além do e-commerce que cresce, também há outras novidades de que padece.

 A começar pela relação com a clientela, que mudou nessa fase da pandemia do covid-19 e - ao que tudo indica – continuará com novo formato quando essa o vírus for dominado. O resumo disso é “menos lucro e mais interação”, ou seja, a conversa e aproximação com a cliente será mais importante do que a venda em si.

   Outro ponto mencionado nos debates, é que o aumento do trabalho em casa (home Office) vai diminuir a presença das pessoas nas ruas e, portanto nas lojas também. A saída, dizem os entendidos, seria transformar a loja numa grande vitrine para o cliente ter uma experiência sedutora – mas receber a roupa em casa.

   Como se vê, um mundo novo com problemas antigos.

   

VAIVÉM

  • A nova tendência de varejo com vendas mais pulverizadas e presença física mais concentrada,  pode ser medida por um gigante do setor. A Zara vai fechar 1200 lojas em todo o mundo e reabrir um numero bem menor delas, porém somente em grandes superfícies. Traduzindo:  vitrines concentradas, vendas espalhadas ***

 

  •  Depois de muito disse me disse parece que a turma da pronta-entrega (moda por atacado) em Beagá, definiu o período de lançamentos das coleções de verão 2020 \ 2021: dia 15 de agosto. Embora muita gente vá se adiantar e outro tanto vá se atrasar, é uma data-referência para recomeçar o trabalho. Se o coronavirus deixar, claro ***

 

  • Após a “dormência” por causa do coronavírus, a moda européia voltou a se movimentar na semana passada. Tudo por conta da coleção Cruise da Chanel, feita através das redes sociais. O ponto de destaque foi a simplicidade da roupa. . São os novos tempos  ***

 

  • PONTO FINAL: o circucito do empresariado fashion respira aliviado com a liberação do comércio em São Paulo.  Maior centro consumidor do país (somando a Capital e o Interior,  é gigantesco), o varejo de moda paulista e paulistano compra mais de 50% da produção nacional. Daí...
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