Nova cara

Preto no Branco 

Em mais um ano de vida. Os leitores do Agora receberam na sua última edição não somente um jornal com mais um ano de vida, 49 anos, mas com uma logo “novinha em folha” e linda, diga-se de passagem. Mas não pense que foi fácil chegar a uma imagem leve e que retrata bem este novo momento do Agora. Foram dias de longas reuniões, sugestões, rascunhos e, principalmente, muito pensar. Mas valeu a pena. Saiu melhor do que a encomenda e ganhou rasgados elogios. E não poderia ser diferente, quando considerada a competência da profissional responsável: Rosângela Vasconcelos, da Tuez Design. A esta profissional ímpar que há 15 anos é cara desta agência, o nosso agradecimento e carinho. 

Subindo fumaça 

Isso mesmo. O caldeirão na política local está a todo vapor. A cada dia surgem possíveis nomes, formações de chapas e queda de braço para ver quem vai disputar a Prefeitura. As especulações são muitas e, pelo menos, sete candidaturas são cogitadas. Consolidada mesmo, só a pré da chapa Fernando Malta/Sargento Elton ou Sargento Elton/Fernando Malta. Quem encabeça é o que menos preocupa aos dois, no momento. Em conversa com a coluna, revelaram que trabalham, primeiro, em busca do que melhor servirá Divinópolis, depois pensarão no que chamam apenas de detalhe.  O empresário e o policial militar, que há pouco tempo muitos afirmavam que nem participariam do processo, saíram na frente e isso é sem dúvida um ponto positivo na corrida eleitoral.

Ainda incógnita 

Quantos disputarão a principal cadeira do Município ao fim das convenções, a princípio agendadas para julho? Apesar de a maioria dar como certa a desistência do deputado Cleintinho Azevedo (CDN), apostando em seu irmão gêmeo, Gleidson Azevedo, ele ainda não bateu o martelo. Caso saia Gleidson, a vereadora Janete Aparecida (PSB) seria sua vice. Enquanto isso, o prefeito, Galileu Machado (MDB), garante que colocará seu nome à disposição, mas com um porém: quem será o vice? Outra candidatura certa é do ex-vereador Marquinho Clementino. Até poucos dias, vários nomes eram cogitados para vice. Agora, fala-se com mais firmeza no médico do trabalho Wagno Ribeiro, que também é integrante da Academia Divinopolitana de Letras (ADL). Certo é que daqui até as convenções muita coisa deve mudar e as apostas estão abertas. 

Risco grande 

Este PB trouxe com exclusividade, na semana passada, a possibilidade da composição entre o ex-deputado Jaime Martins (PSD) e também o ex Fabiano Tolentino (CDN). Experientes, conhecidos e fortes? Sem dúvida. No entanto, neste momento a disputa é favorável apenas para Tolentino que, além de não estar ocupando nenhum cargo, nunca negou a vontade de administrar a cidade. Agora, Jaminho pode dar um tiro no pé. Primeiro, porque é o principal nome do governo de Minas em Brasília, cargo estratégico que lhe garante visibilidade e que possibilita articulações para pretensões futuras. Segundo, é que caso concorra à Prefeitura e saia derrotado pode queimar seu nome o obrigando a uma aposentadoria precoce. E certamente não é isso que ele quer. 

Exemplos locais 

Na política, muitas vezes, a ânsia de alçar  voos maiores quando se está exercendo um cargo pode botar tudo a perder. Ainda bem que nos casos de Fabiano Tolentino e Cleitinho Azevedo foi diferente. Os dois cumpriam o cargo de vereador na Câmara de Divinópolis quando se lançaram candidatos a deputado estadual. Foram eleitos e respiraram aliviados, mas nem sempre é assim. Na disputa para a Prefeitura de Divinópolis, nas últimas eleições, mais uma vez, muitos candidatos e a aposta maior na volta de Galileu Machado. A escolha do povo foi feita e, por não conseguir fazer uma boa gestão, devido a uma série de limitações, Machado hoje é criticado exatamente por muita gente que o apoiou. Por isso, todo cuidado ainda é pouco na hora de entrar em uma disputa.    

 

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