Não é milagre

 

Não se trata de milagre e sim de competência e gestão a recuperação das finanças do Hospital São João de Deus. Desde que assumiu a entidade, Elis Regina afirma que a situação era difícil, mas não impossível. Nenhuma mágica foi feita, apenas adequações, muita conversa e o mais importante, a chegada de dinheiro por vários lados, o que viabilizou todos os assuntos concernentes. No início havia muita cara feia, mas agora apenas sorrisos. O São João está sempre cheio de pacientes, alguns pagam e a maioria pelo SUS, tudo dentro de uma fórmula de equilíbrio. Parece simples, e realmente o é, mas sem competência gerencial isso não teria acontecido.

O fim

Confirmando o tema do Editorial de ontem deste JA, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, disse que ficou aliviado com o recuo do Senado, que não confrontou a corte no caso de suspensão do mandato de Aécio Neves. “Seria o fim da democracia no Brasil”, completou. Como foi frisado na matéria de opinião deste Diário, se isso acontecesse poderia ser deflagrado um grande movimento de intervenção militar, pois os três poderes da República ficariam sem autoridade

Mais ladrões

A cada dia, a cidade, o estado e o país são surpreendidos com notícias de prisões de pessoas que passavam perfil de gente séria. Na verdade, aparentemente são sérias como a do “eterno” presidente Comitê Olímpico Brasileiro (COB)  Carlos Arthur Nuzman, há mais de 20 anos no cargo.

Na verdade... 

...Nuzman sempre foi um homem rico, não precisava esconder 16 quilos de ouro em uma conta não declarada na Suíça. Como também não tem como demonstrar o milagre do crescimento do seu patrimônio em mais de 400%, justamente no período que precedeu os jogos Olímpicos até agora. Resultado: por enquanto prisão temporária, para o futuro, muita confusão e completa desmoralização. Para um homem acostumado às altas rodas da sociedade, ser recebido pelas maiores autoridades do país, será que valeu a pena?

Dois comentários... 

...chocantes e trituradores: do deputado Jean Wyllys –“Nós brasileiros temos que aceitar a tradição dos muçulmanos de se casarem com meninas menores de 10 anos. Não é pedofilia é cultura islâmica”. De uma pessoa que está no Facebook como @uma brasileira, em resposta ao deputado: “Nós temos que aceitar a cultura islâmica de matar homossexuais. Não é homofobia é cultura islâmica”.

Sou contra... 

...os dois conceitos, que são lógicos se o Brasil tivesse uma cultura islâmica. Como país laico, aceita todas as religiões, crenças etc. Longe, muito longe de aceitar uma criança casando com um marmanjo, como sacrificar um homossexual, como se ele tivesse culpa por ser assim. O registro foi feito somente porque o hoje deputado pelo Rio de Janeiro parece tresloucado em sua doença política.

 

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