Modelos com deficiência participam de desfile de moda inclusiva em Divinópolis

Jorge Guimarães

Vestir uma calça jeans e calçar um sapato são atividades rotineiras que duram menos que cinco minutos. No entanto, se o usuário apresenta algum tipo de deficiência, o processo pode ser demorado e desconfortável.

O universo de pessoas impactadas por esta situação não é pequeno. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 6,2% da população brasileira têm algum tipo de deficiência. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2015, considerou quatro tipos de deficiências: auditiva, visual, física e intelectual.

Diante disso, a moda, considerada uma forma de comunicação contemporânea e universal, busca alternativas para atender a este segmento promovendo a inclusão social. E os novos profissionais estão atentos.

Deficiência

A nova turma do curso de Costureiro do Senac, por exemplo, desenvolveu o trabalho final sobre moda inclusiva, que é dedicada a pessoas com algum tipo de deficiência. O objetivo é simplificar o ato de se vestir, levando em conta as necessidades físicas e psicológicas de cada pessoa, sem abrir mão do conforto, do design e do estilo.

Resultado

O resultado será apresentado durante um desfile na unidade Divinópolis, nesta segunda-feira, a partir das 19h30. Realizado por modelos voluntários e com algum tipo de deficiência, o desfile apresentará peças adequadas produzidas pelos 20 alunos. O evento é gratuito e aberto ao público. O curso durou cerca de seis meses e foi ofertado pelo Programa Senac de Gratuidade.

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