Libelo

Maria Cândida

Diante de acontecimentos nefastos flagrados em uma sociedade, soem acontecer reações de indignação, seguidas de revolta. Ou não. Estamos aqui em Divinópolis diante de denúncias graves envolvendo instituições e personalidades até então conceituadas e respeitadas.

Trata-se do clube social Divinópolis Clube. Aconteceu que este jornal Agora publicou alentada e fundamentada matéria dando conta de que o clube, na pessoa de seu presidente, cometeu desvio de verba do caixa da instituição. É tudo muito grave, vez que o texto acusatório de cada um está fundamentado e provado por autoridades dignas próprias com argumentação e comprovação irrefutáveis.

Divinópolis não merecerá respeito se preferir ser parceiro e sócio do negócio de usurpadores e traidores amigos do alheio que não corresponderam à confiança neles depositada. Por isso, bradamos e invocamos, com veemência, justiça e lei para cada traidor de confiança, vez que sabemos e vivemos que a cada cidadão é devida justiça e que a deusa da balança cuida de garantir com sabedoria a cada um o que lhe é devido , tanto às vítimas de desonestos quanto aos prevaricadores usurpadores do alheio.

Que minha cidade não caia na fraqueza de baratos adoradores de ocasião, caindo de joelhos em adoração à nefasta impunidade, traindo o esforço de tantos que preferem a deusa de tapa nos olhos e balança nas mãos, num culto à deusa dos deuses, servidora fiel da verdadeira e sagrada justiça.

Maria

E que não caiamos na tentação de citar o grande Stanislaw Ponte Preta:

 “Estabeleça-se a verdade, ou locupletemo-nos”.

 

 

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