Juiz de Fora e Divinópolis contratam na confecção

Pablo Santos

Os polos confeccionistas de Juiz de Fora e Divinópolis tiveram saldo positivo no emprego, em relação aos outros municípios produtores de peças de roupas. Apesar do resultado no azul, em comparação ao mesmo semestre do ano passado, os dados do Ministério da Economia apresentam números menores.

De acordo com as informações do órgão do governo federal, foram geradas de janeiro a junho 74 vagas de trabalho na cidade. Já Juiz de Fora, na Zona da Mata, foi o município com maior volume de oportunidades abertas neste ano: 76.

Formiga, também forte produtor de moda de Minas Gerais, criou 34 vagas. Belo Horizonte fechou um posto em seis meses e Muriaé foi o município com maior volume de oportunidades de trabalho encerrado.

2018

Apesar do saldo positivo de postos de trabalho neste ano, em 2018 a situação foi melhor. Conforme os dados, foram geradas 144 oportunidades de janeiro a junho no ano passado, de acordo com o Ministério do Trabalho.

Já Juiz de Fora melhorou o seu desempenho neste ano, quando se compara com 2018. Conforme os números, a cidade da Zona da Mata encerrou o passado de janeiro a junho com 144 vagas de trabalho.

2019

O setor de confecção e têxtil esperava crescimento, mas os números são frustrantes. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) projetou expansão de 3% para 2019. O índice não se confirmou nos primeiros meses do ano.

A indústria têxtil abriu o ano com produção em queda de 5,5% em relação a janeiro de 2018. No setor de confecção o desempenho também foi ruim: 2,3%.

Para o segundo semestre, o setor do varejo de vestuário esperava crescer 4,8%, mas vai ficar em 1,5%. Para a produção têxtil, o crescimento era de 5,2%, no entanto ficará em torno 1,1%, e na produção de vestuário, de 5,5% para 1,6%.

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