Itapecerica

O Festival Gastronômico de Itapecerica havia sido marcado para os dias 1º a 3 de junho, mas, devido à crise do abastecimento, foi remarcado para os dias 8 a 10 de junho. Parabéns pela decisão, pois, considerando que nossa região tem poucas festas de cunho popular, o festival ocorrer no mesmo período que a Divinaexpo seria prejudicial para os dois eventos, principalmente para os pequenos comerciantes que montam barracas esperando auferir lucro com as festas. Há ainda o caso daqueles que vivem de barracas em eventos. Qual escolher? E assim, em datas distintas, ganharam os comerciantes, ganhou a economia, ganhou a população. Esperamos que, nos próximos anos, haja união e que tenham o bom senso de não coincidir as datas e mais, que haja um espaço de pelo menos um mês entre uma festa e outra, até porque, coincidindo datas ou com pouco espaço de tempo entre uma e outra, restam comprometidos os eventos, pois não há prazo para a maioria dos frequentadores se recuperar financeiramente, causando prejuízo para todos, sem exceção. Fica a dica!

Água

Em Curitiba, um cidadão cavou 290 metros e construiu um poço artesiano. A água é liberada por uma torneira e as pessoas estão fazendo fila para adquiri-la, sendo que o galão de 10 litros custa R$ 1,00, que, segundo o autor da façanha, é para a manutenção. Espero que o poder público interrompa esse absurdo, pois está cobrando um valor bem acima que o praticado pelas empresas que pagam impostos e geram empregos: o litro de água tratada que uma companhia de saneamento cobra R$ 0,0022916 é vendido a R$ 0,10.  Pois bem, a nova renda mensal do referido cidadão não apenas demonstra a especulação financeira através do inocente consumidor que acha que está levando água praticamente de graça, pois, acostumado a ver somente o valor total da conta de água, acha que está fazendo um ótimo negócio. Ledo engano! Além disso, é preocupante em termos ambientais, pois, segundo o professor e biólogo Heber Fonseca, a atitude desse cidadão nos traz transtornos, vez que, se copiada pelo país afora, comprometerá seriamente o lençol freático, o cheque especial das reservas de água potável, ou seja, jamais deve ser usado.

Thomas Korontai

Thomas Korontai é o fundador do partido federalista e defende o Federalismo Pleno, que é um modelo de país que busca evitar a centralização das decisões administrativas, tributárias, judiciárias e legislativas com a concessão de autonomia aos estados e municípios, o que permitirá a libertação das unidades federativas das amarras econômicas e políticas impostas pelo governo central. Defendendo as ideias e ideais federalistas, Thomas Korontai lançou sua candidatura independente à presidência do Brasil. Ele entende que a exigência de filiação partidária submete o cidadão à ditadura imposta pelos donos das legendas, que ele comparou a “empresas políticas”. Ou seja, “temos uma cláusula de barreira contra o cidadão para o livre exercício de seus direitos políticos”. Seu caso foi levado para apreciação da Organização dos Estados Americanos.

Candidatura Independente

Para se candidatar a um cargo eletivo no Brasil, é preciso estar filiado a um partido político, regra que está vigente desde o Código Eleitoral de 1945.  Com o bilionário fundo partidário e os partidos envolvidos em denúncias de corrupção, a ideia de candidatura avulsa tem ganhado força. O senador José Reguffe (PDT-DF) apresentou a Proposta de Emenda à Constituição 6/2015 que dispõe sobre a matéria. Na opinião do senador, a filiação partidária não pode ser impedimento para o cidadão que almeja se candidatar a um cargo eletivo.  Para Reguffe, a proposta possibilita uma reforma política “pela valorização do eleitor e pelo não fortalecimento das máquinas partidárias, que em muitos casos operam em defesa de interesses privados”. “Uma consequência imediata seria a redução da importância e da influência dos partidos políticos no mandato parlamentar. Da forma como é hoje, a política causa repulsa, afasta o cidadão de bem”, afirma Reguffe. Para Joaquim Barbosa, ministro aposentado do STF, a candidatura independente é uma forma de aperfeiçoamento da democracia.

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