ICMS de Divinópolis gera R$ 345 milhões aos cofres públicos até novembro

Pablo Santos

A arrecadação do Governo de Minas Gerais em Divinópolis sobre Imposto Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) cresceu 14% no acumulado do ano. Já a arrecadação do imposto no estado avançou 6,8% no mesmo período, de acordo com os dados da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF).

Conforme as estatísticas do governo de Minas Gerais, foram recolhidos de janeiro até novembro em Divinópolis, R$ 345 milhões com o ICMS. No mesmo período do ano passado, foram apurados na cidade R$ 302 milhões, ou seja, alta de 14,23%.

Em Minas Gerais, no acumulado até novembro, a arrecadação do imposto totalizou R$ 40,871 bilhões, ou 79,6 % do recolhimento total de Minas no intervalo. Na comparação com os mesmos meses de 2016 (R$ 37,366 bilhões), havendo assim, um aumento real (descontado IPCA do período) de 6,8%.

Comparação

Em base de comparação, em novembro foram recolhidos R$ 25,2 milhões com o ICMS na cidade, valor 24% menor na comparação com outubro quando R$ 33 milhões foram arrecadados.

Já no estado, a situação foi diferente. O recolhimento ICMS somou R$ 4,194 bilhões em novembro sobre R$ 4,078 bilhões em outubro, evolução de 2,8%, conforme a SEF.

Também em outra comparação, o recolhimento com ICMS cresceu na cidade. Novembro do ano passado gerou R$ 23 milhões e, neste ano, com os R$ 25 milhões o aumento foi de 8,6%.

Em Minas Gerais, sobre a arrecadação do imposto no mesmo mês de 2016 (R$ 3,499 bilhões), o crescimento foi de 19,89%. O ICMS respondeu por 90% da arrecadação global em Minas para o período.

Estado

De acordo com os dados fornecidos pelo Governo de Minas Gerais, foram recolhidos R$ 4,661 bilhões em novembro, 2% a menos do que em outubro (R$ 4,758 bilhões). Em relação à arrecadação de igual mês de 2016, quando foram recolhidos R$ 3,918 bilhões, foi registrado aumento de 18,9%. De janeiro a novembro, a arrecadação estadual acumulou o recolhimento de R$ 51,313 bilhões contra R$ 46,602 bilhões nos mesmos meses de 2016, com crescimento de 10,1%. Quando descontada a inflação oficial do País no período - medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) -, que foi de 2,5%, o resultado real foi uma alta de 7,6%.

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