Hortifrútis estão com preços mais acessíveis

Mesmo assim, consumidores ressaltam a necessidade da pesquisa

Da Redação 

Enquanto o óleo de soja e o arroz tiveram aumento considerável, as frutas e os hortifrútis tiveram preços estabilizados ou até mesmo queda em alguns itens. Um dos motivos é que, durante a pandemia, o consumo de frutas e hortaliças em restaurantes e escolas caiu significativamente, em razão das restrições ou completo fechamento desses estabelecimentos. Aí, então, entra a lei da oferta e da procura, assim, as frutas e hortaliças estão preços mais acessíveis e se tornaram uma boa opção para os consumidores que viram o dinheiro desaparecer por causa dos reflexos da pandemia.

Preços

Seja nos sacolões ou nos supermercados, os preços estão convidativos. Ontem, por exemplo, em um supermercado, o quilo do tomate, chuchu e da batata estava a R$ 2,99. Já a cenoura vermelha e a abóbora híbrida eram vendidas a R$ 1,99. A batata doce, por sua vez, a R$ 2,49, mesmo preço do quilo da cebola. A beterraba saía por R$ 1,49, o repolho verde a R$ 0,99, e o roxo a R$ 1,99. Em relação às frutas, a laranja-pera rio era vendida a R$ 2,29, o mamão formosa a R$ 2,99, e a melancia a R$ R$ 1,49.

— Esses preços devem se prolongar pelos próximos meses. Mesmo após a flexibilização do funcionamento de restaurantes e bares, muitos consumidores ainda estão receosos em relação ao momento. Assim, os hortifrútis continuarão sendo uma ótima opção de comida saudável na mesa do consumidor — avalia o gerente da loja, Walter Wagner.

Pesquisa

Mesmo com preços em conta, para muitos, a pesquisa é primordial na hora de ir às compras.

— Faço minhas pesquisas, nas quais incluo também sacolões, no início da semana. Depois faço uma lista de onde está mais barato, item por item — conta a comerciária Heloísa Souza. 

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