Ho ho ho, feliz natal...

Amnysinho Rachid

Então é Natal, e o que você fez? Usei muita máscara e me lambuzei em álcool em gel. E assim estamos chegando à grande e deliciosa época de Natal, aquela fase que paramos para analisar e traçar metas para o futuro.

Com certeza deslumbramos momentos melhores. Sabemos que o pior já passou, que aprendemos a nos cuidar e sabemos que tudo depende de nossa boa vontade.

Fui ao shopping e encontrei com o bom velhinho, um pouco diferente, bem longe de todos e de máscara, mas ainda nos mandando energias positivas.

Se você parar para pensar vai notar que este poderoso símbolo foi muito marcante em sua vida. Quem nunca sentiu a expectativa de esperar pelo bom velhinho, ganhando muito ou pouco, mas foi marcante.

Adoro tudo que vem do Natal, especialmente as comidas elaboradas com deliciosos temperos e repleto de receitas tradicionais de família. Quem não adora uma deliciosa rabanada, o pernil de porco, uma farofa crocante, o peru com mel, o chester dourado e os terrines, fora os doces incrivelmente deliciosos? Haja tentações.

Mas, voltando um pouquinho no tempo, lembramos como eram nossos natais. Para escolhermos nossos presentes, o caminho era visitar as lojas de brinquedos, que na época não eram muitas. Quem não se lembra do Bazar das Novidades, a Mineirinha? Com certeza para mim era o paraíso, os corredores entupidos de tranquinalhas que nos deixavam loucos.

Na semana que antecedia o Natal, o comércio ficava aberto até tarde da noite, e que delícia era rodar nas ruas. Na época não existia o perigo e a meninada se esbaldava.

Entrávamos em todas as lojas e rodávamos do começo da 1° de Junho até o fim da Goiás. Nesta época, era muito comum em cada esquina ter  um ambulante e rolava de tudo, frutas, brinquedos... Tinha um item muito engraçado que todo ano aparecia, era um cocô de plástico, idêntico e horroroso. Tinha também a lagartixa e a barata que comprávamos para dar sustos nos outros.

Desejo a todos o melhor Natal do mundo e, se tivermos saúde, já estamos na vantagem. Vamos saber festejar nos protegendo e, desta maneira, aos que estão ao nosso redor. O amor sempre vai vencer e, com certeza, Papai Noel existe, basta acreditar.

 

          

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