Grafite leva cor à rua Pitangui

Circuito SER Urbano 21 levou sete artistas para colorir espaços de uma das vias mais movimentadas da cidade

Da Redação 

A rua Pitangui ganhou novas cores neste fim de semana. O local, região Norte da cidade, onde está a pista de cooper, foi palco do circuito SER Urbano 21, que vai grafitar espaços públicos de Divinópolis, Belo Horizonte e Pará de Minas. A iniciativa contou com sete artistas locais que expressaram sua arte, deixaram sua marca e a importância da valorização da cultura. 

Idealizado pelo Instituto Dom Quixote (IDQ) e a grife Serafine, o circuito conta com três etapas. Segundo o diretor executivo do IDQ, João Vitor Aquino, nesta primeira fase, o projeto alcançou muitos objetivos, dentre eles, a ocupação da arte em espaços públicos, dar visibilidade para artistas e à arte local, e a projeção da cultura para os divinopolitanos. 

— A primeira fase foi um sucesso. Conseguimos dar visibilidade ao trabalho de nossos artistas. Contamos com a presença de sete divinopolitanos mostrando sua arte para as pessoas que passaram pela rua Pitangui durante a execução e que agora também poderão ser visualizadas quando passarem pela via — destaca.

Ainda segundo João Vitor, a próxima fase do circuito acontece domingo, 7, em Pará de Minas. 

— Vamos colorir as cidades, trazer leveza e esperança. É com esse objetivo e buscando promover cultura e a arte em grafite que desenvolvemos este projeto — ressalta. 

SER Urbano 21

Ainda de acordo com João Vitor Aquino, o projeto busca celebrar 2021 como o início de um novo ciclo, trazendo esperança, saúde, leveza e cor às cidades. E, para inspirar a comunidade, serão pintados 21 muros em três cidades em que a marca da Serafine está presente. Os locais escolhidos para grafitar são espaços que de alguma forma tenham relevância cultural ou social para a cidade. Para envolver a comunidade, foram selecionados sete artistas de cada município para fazer o grafite. A população também pode participar, visitando as obras ou no momento da execução, por meio do sistema de drive-in.

A execução das próximas fases do projeto acontece nos dias 7, em Pará de Minas, e 21, em Belo Horizonte, sempre das 8h às 12h. Todos os artistas usarão EPIs de proteção contra a covid-19. 

Segundo Fillipe Valadares, CEO da Serafine, o circuito dá voz às comunidades por meio do grafite, reforçando as origens da técnica, que surgiu no Brasil na década de 70, como um grito nas paredes das cidades sobre tudo o que incomodava uma geração, dando voz a todos que se identificam com a arte. 

— Resolvemos dar voz a artistas que, por serem novos no mercado, muitas vezes não são escutados. É como unir forças para trazer uma mensagem de esperança e alegria, trazendo cor para o ano de 2021 — enaltece. 

Para conhecer mais sobre o projeto, ver as obras e se inscrever para as próximas fases, acesse @institutodomquixote ou @serafineoficial no Instagram.

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