Gás de cozinha está 1,29% mais caro

Jorge Guimarães 

Apesar da queda do preço do petróleo no mercado internacional, um dos seus derivados, o gás liquefeito (GLP) para consumo residencial, conhecido como gás de cozinha, continua sem alteração de preços para o consumidor, segundo pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), isso mesmo após queda de 3% nas refinarias da Petrobras, há menos de uma semana. Ao contrário, o item está mais caro em Divinópolis. 

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Em Divinópolis, o preço do GLP vendido em botijões de 13 quilos teve seu custo médio fixado em R$ 65,18, o mais baixo cotado em R$ 59,99 e o mais caro em R$ 70. Este é o resultado da pesquisa de campo realizada pela ANP, na última semana, em 17 pontos de vendas, pela qual verificou-se que houve aumento de 1,29%, nas últimas quatro semanas, em relação ao valor praticado no início de março, que era de R$ 64,35.

O preço médio de R$ 65,18, praticado em Divinópolis, mesmo com o aumento de 1,29%, ainda é menor praticado na região, já o maior custo médio é da cidade de Bom Despacho, com R$ 76,43, e o maior sendo comercializado a R$ 80. 

No estado, o maior preço médio foi registrado em Januária, região Norte de Minas, com o custo médio no valor de R$ 88,17, e o maior batendo na  casa de R$ 95. E segundo a ANP, o botijão mais caro é o comercializado no estado do Mato Grosso, a R$ 115, mas a agência não diz em qual cidade se verificou a prática, considerada abusiva.

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