Fundo Partidário

O Fundo Partidário, que passou a se chamar Fundo Eleitoral – o que não muda sua vergonhosa existência –, destinou R$ 1,7 bilhão para as candidaturas nas eleições 2018. Essa está sendo a primeira eleição sem a contribuição de empresas.  Às candidaturas para deputado – estadual e federal – foram destinados R$ 930 milhões. Para presidente, em percentual, o PPL de João Goulart Filho foi o partido que mais destinou dinheiro para a disputa presidencial. Em números absolutos, porém, o PSDB é a sigla que mais transferiu recursos à candidatura presidencial (R$ 45,9 milhões), seguida pelo PT (R$ 20 milhões). Apenas os presidenciáveis Cabo Daciolo (Patriota) e João Amoêdo (Novo) não receberam repasses dos partidos. Quanto aos demais, a divisão ficou assim:  Geraldo Alckmin (PSDB): R$ 44,3 milhões; Fernando Haddad (PT): R$ 20 milhões; Ciro Gomes (PDT): R$ 12,5 milhões;  Marina Silva (Rede): R$ 5,6 milhões;  Guilherme Boulos (PSOL): R$ 4,2 milhões;  Alvaro Dias (PODE): R$ 3,2 milhões; Eymael (DC): R$ 828 mil; Vera Lúcia (PSTU): R$ 400 mil e Jair Bolsonaro (PSL): R$ 268,9 mil.  Esse valor  não tem nada de democrático e poderia ser aplicado na saúde, na segurança e na educação. Da forma como é utilizado, poderia se chamar Fundo Perdido.

Cleitinho Azevedo  

Cleitinho Azevedo, assim como Jair Bolsonaro, teve uma votação estrondosa e com custo reduzidíssimo, demonstrando a desfaçatez do Fundo Eleitoral. Nas eleições de 2016, segundo o TSE, foi repassada a quantia de R$ 3.226.138,77 para São Paulo para eleger 55 vereadores. Uma média de R$ 55.657,06 (cinquenta e cinco mil, seiscentos e cinquenta e sete reais e seis centavos) por vereador eleito. Cleitinho alega que gastou R$ 20 mil (vinte mil reais) em sua campanha para deputado estadual, lembrando que gastou menos de R$ 1 mil (hum mil reais) para a sua campanha de vereador. Considerando o número de votos – 115.491 votos – tem-se que gastou menos de R$ 0,18 (dezoito centavos) por voto.  Uma bagatela! Torcemos para que honre não somente os votos que recebeu, mas toda a Minas Gerais.

Jair Bolsonaro  

Conforme dito acima, Jair Bolsonaro recebeu do Fundo Eleitoral, através de seu partido PSL, a quantia de R$ 268.900,00. Esse valor é ínfimo considerando que Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu quase R$ 45 milhões e Fernando Haddad (PT) recebeu em torno de R$ 20 milhões. Mas Jair Bolsonaro fez uma campanha muito mais vibrante que todos os outros candidatos juntos e por um custo infinitamente menor. Cabe afirmar que Jair Bolsonaro gastou menos que muito candidato a vereador, proporcionalmente e em números absolutos se consideramos os grandes centros. E por que isso? E como isso aconteceu? O povo, cansado de tanta desordem, de tanta insegurança, de tanta bandidagem, assumiu o controle da campanha da seguinte forma: cada um fez do seu jeito e de graça. Por que precisa destacar que foi de graça? Ora, o MST, grande aliado do PT, grande beneficiado no governo PT, cobrou R$ 250 mil para aparecer no momento do registro da candidatura de Lula. Seria cômico se não fosse trágico!

Vergonha  

Absurdo e vergonhoso o propósito de enganação do PT nesse segundo turno. Para enganar o povo brasileiro, simplesmente se transforma em uma melancia, verde por fora e vermelho por dentro. A estratégia do PT é ridícula! No primeiro turno, o nome de Manuela d´Ávila sequer aparecia, agora vem em destaque. Se no primeiro turno Haddad deixava claro que não passava de um poste, nesse segundo turno tenta enganar, dando a entender que tem identidade própria. Já provou que não tem. E a Manuela? Diz que é comunista! Desde quando mulher tem valor no comunismo? Pura enganação! Engodo! É por essas e outras que vou de Bolsonaro, até para garantir o meu direito de manifestação responsável, sem me abaixar para governo nenhum, sem sanções. Viva a liberdade de imprensa, algo impensável em países socialistas e comunistas. Que algum esquerdista venha e me prove o contrário. No aguardo!

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