Fé e esperança

O brasileiro nunca precisou tanto dessas duas palavras

Editorial

O brasileiro nunca precisou tanto de fé e esperança quanto nos últimos tempos. Sem políticas públicas que trouxessem segurança para enfrentar a pandemia da covid-19, as únicas coisas que “sobraram” para o povo foram garra, determinação, fé e esperança. Em busca de sobreviver ao caos imposto pela covid, o brasileiro resiste e luta com as armas que tem para colocar o “pão de cada dia” na mesa. As datas comemorativas, que até então eram vistas como apenas agregadoras do faturamento das empresas, hoje são a esperança que muitos se agarram para salvar o seu negócio, e automaticamente fazer a economia girar.

O Dia das Mães deste ano é sem sombra de dúvidas um “bálsamo” para os comerciantes. A data talvez nunca foi tão esperada quanto agora, pois é a expectativa de ver a economia aquecida pós período de incertezas, e fechamentos. A Prefeitura estendeu o horário de funcionamento do comércio nesta semana, em uma tentativa de ajudar aqueles que sobrevivem da venda. E, quando falamos “daqueles que sobrevivem da venda”, estamos falando de empresários, funcionários, poder público, a sociedade como um todo, pois tudo é uma grande engrenagem. E, com certeza, a ação do Município trará bons reflexos para Divinópolis.

Apesar de o ano castigante, de sofrido, e de traumático, o brasileiro resiste, usa a internet para fazer suas vendas, se adapta, busca o cliente, e luta bravamente para que tudo não vá “por água abaixo”. Do grande ao microempresário, todos estão “juntos nessa”, em busca da retomada da economia. E, que venha o Dia das Mães, o Dia dos Namorados, o Dia dos Pais, e assim por diante. Que venham as datas comemorativas, e o consumo consciente, com pessoas fazendo suas compras, mas de forma segura, seguindo os protocolos de prevenção ao coronavírus. Pois, apesar de alguns acharem que não, é sim possível fazer a economia girar, mas cada um fazendo a sua parte com responsabilidade.

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