Exposição apresenta a história do rodeio na cidade

 

Jorge Guimarães

Até o próximo dia 17, a Divinaexpo será tema de uma exposição que faz parte da mostra da 17ª Semana Nacional de Museus, realizada na Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg). A exposição apresenta a história e a trajetória da festa que, neste ano, chega à sua 49ª edição. Além disso, serão abordadas as relações do evento com a cultura tropeira e de rodeio. A mostra faz parte de um projeto que tem como objetivo principal registrar a Divinaexpo como patrimônio imaterial do Município. Para que isso seja possível, uma equipe de historiadores foi contratada para fazer um levantamento de dados sobre a festa.  

História e tradição

Quem for visitar a mostra encontrará imagens e informações que retratam a história da grande festa popular de Divinópolis. Desde o seu início até os dias atuais são retratados.  Começando por Zé Capitão, a construção do parque, o rodeio, a Missa Sertaneja, a Queima do Alho e o Rancho do Peãozinho também são alguns dos temas que serão abordados. A exposição “Divinaexpo: tradição e patrimônio imaterial de Divinópolis” acontece no Centro de Memória Professora Batistina Corgozinho (Cemud), na sala 418, bloco 4, no campus da Uemg, na avenida Paraná, 3001. O horário de visitação é das 8h às 21h.

Quem está à frente de todo processo é a coordenadora do Centro de Memória e fundadora do EmRedes - Portal da Memória do Centro-Oeste Mineiro e professora do curso de história Uemg em Divinópolis, Flávia Lemos Mota de Azevedo.

Parceria

A exposição é apenas um dos projetos alinhados para que a Divinaexpo seja reconhecida como patrimônio imaterial. A segunda etapa é o lançamento de um livro contando a história do rodeio, a partir da construção do Parque de Exposições. A obra será lançada dentro da programação oficial da 50ª Divinaexpo, quando serão as comemorações do cinquentenário da festa de rodeio.

— Fizemos uma parceria com a Uemg para viabilizar o registro da festa, junto ao prefeito Galileu Machado (MDB) e as secretarias de Turismo e Cultura, como patrimônio imaterial — detalhou o presidente do Sindicato Rural, Irajá Nogueira.

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