Eles não se entendem

 

Definitivamente os deputados não se entendem na hora de votar algo proveitoso ou para consertar erros do passado. Quando o assunto é dinheiro, já se viu a facilidade de resolver tudo, pois entre quatro paredes tudo é possível, pois são questões envolventes, como conta-corrente no Brasil ou em paraísos fiscais.

 Nesta terça-feira... 

...em mais um reunião sem pé nem cabeça, o famoso “distritão”, que parecia ter sido aprovado, escafedeu-se. Desta maneira, os mais votados continuarão carregando capengas, como aconteceu com Enéas e Tiririca. O primeiro conseguiu levar um deputado do seu partido, que obteve pouquíssimos votos, porque apenas deu seu nome para completar o mínimo possível. Alguns parentes votaram no seu número e ele, um dia, amanheceu em Brasília, dentro da Câmara Federal, com direito a todas a mordomias – ou seja: as mesmas que Enéas, com seus quase dois milhões de votos, também tinha.

 Isso iria acabar 

Esse monstrengo eleitoral, justo para uns, mas péssimo para quem se aloja perto de um “puxador de votos”, estava com os dias contados. Estava. Agora é torcer para outra votação, que acontecerá em breve, quando as coligações poderão ter fim. Menos mal.

Olha ele aí de novo 

O proprietário de uma revenda de veículos em Divinópolis certa vez comentou comigo: “estou achando estranho esse negócio de abaixar alíquota para determinados veículos. Provavelmente tem carne debaixo deste angu”. E não é que tinha? Anteontem, o ex-presidente Lula se tornou réu pela sétima vez, porque teria “inventado” uma Medida Provisória que diminuiria os impostos de certa montadora. O valor: R$ 6 milhões, que deveriam ser entregues ao PT para as próximas campanhas. Verdade ou não, é mais um espinho para a bem ornamentada coroa do metalúrgico que se orgulha de nunca ter lido um livro em toda sua vida. 

Quem tem medo da morte? 

Nos dias de hoje, somente quem tem juízo. Esta parece ser a resposta mais lógica, pois faz com que as pessoas se aprisionem em suas próprias casas, prestem atenção ao sair ou chegar em casa, ao parar em um sinal de rua ou ao ser ultrapassado por um motociclista, principalmente se houver garupeiro. Enfim: o perigo ronda todos os ambientes por onde possamos estar. Dia destes um vídeo mostrou dois ladrões roubando os fiéis em uma missa, ante a passividade de uma centena de pessoas que nada podiam fazer.

E não podiam porque... 

...se tentassem alguma coisa, poderiam ser alvejados por um tiro ou provocar confusão e inocentes seriam mortos. Os ladrões provavelmente seriam pegos e logo em seguida soltos na delegacia, pois lá sempre estará alguém ligado aos chamados “direitos humanos” com advogado. Houvesse alguém armado, a situação poderia mudar de figura ou até não acontecer, pois a partir do momento em que o bandido sabe que pode levar chumbo, ele pensa mais vezes e conta até mais de dez antes de sair assaltando e fazendo arrastões.

É nessa hora... 

...que vem o inevitável pensamento de que autorizar pessoas conscientes e respeitáveis a ter sua arma já se faz mais que necessário. Num primeiro momento haverá mortes inevitáveis, pela falta de experiência, mas que estes ladrões rastaqueras desapareceriam com o tempo, disso não se tem dúvida, pois é a discussão de todas as rodas, inclusive envolvendo mulheres, sempre vítimas porque normalmente o homem é mais forte fisicamente. É sabido que um político, forte candidato a presidente, é a favor do armamento para combater o crime, que nem organizado é. Esta avacalhação que acabou com o Rio de Janeiro deixou o resto do país com medo.

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