Domingos Sávio cobra recursos para custear maternidade de alto risco

Em Brasília, deputado destaca habilitação de serviços e cobra medida no Ministério da Saúde

Da Redação

O deputado federal Domingos Sávio (PSDB) esteve, nesta semana, em Brasília reivindicando do Ministério da Saúde o repasse de recursos financeiros para o custeio de serviços conveniados com os hospitais filantrópicos do estado. Um dos pedidos é a manutenção da maternidade de alto risco do Complexo de Saúde São João de Deus (CSSJD), em Divinópolis, que atende gestantes de 54 municípios da Região Ampliada de Saúde do Centro-Oeste de Minas Gerais.

O parlamentar destacou o trabalho já realizado pela habilitação da maternidade. Com isso, segundo Domingos Sávio, fica faltando apenas a transferência mensal dos recursos.

— Os hospitais quando atendem determinados serviços, eles precisam estar habilitados no Ministério para receber o pagamento pelo SUS. Dessa vez, eu vim para continuar um trabalho que tenho defendido há algum tempo, que é a habilitação dos serviços, já conquistada, e um recurso para a maternidade de alto risco que deverá ser pago ao São João de Deus todos os meses — explicou.

A boa notícia, segundo ele, é o avanço desta conquista.  

Atualmente, o Complexo de Saúde já está habilitado e recebe recur

Domingos Sávio também reforçou o pedido ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para a compra de mais um acelerad

sos do Ministério da Saúde (MS) no complemento dos serviços de Alta Complexidade como, por exemplo, hemodiálise, hemodinâmica e oncologia, que é a área de tratamento do câncer.

 

Novo acelerador linear

 

or linear para o Hospital do Câncer. O aparelho é utilizado nas sessões de radioterapia. E, conforme dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), de 2019, apenas o São João de Deus possui o equipamento para o atendimento de todos os municípios do Centro-Oeste de Minas Gerais.

O pedido para a aquisição de um novo aparelho também já foi levado ao secretário de Estado de Saúde. Na oportunidade, o deputado destacou que o aparelho é imprescindível na maioria dos tratamentos oncológicos e que os serviços oferecidos pelo Hospital não poderiam ser interrompidos pela ausência de um novo equipamento.

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