Diretor clínico da UPA não foi preso, como afirmou o Agora em reportagem

Médico Rodolfo Barbosa não figura entre os investigados e apenas recebeu os agentes policiais durante seu plantão

Da Redação

Os desdobramentos da operação “Entre Amigos” deflagrada pela da Polícia da Federal (PF) em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), duraram todo o dia desta sexta-feira, 11. Sobre diversas informações que chegaram ao Agora ao longo do dia, uma delas publicada, não procede. O Portal vem a público esclarecer que a prisão atribuída ao diretor clínico da UPA, Rodolfo Barbosa, não é verídico.  A informação foi repassada à Redação por meio de fontes que acompanhavam o caso, mas neste quesito se equivocaram ao afirmarem com toda certeza tal falto. O médico citado é tido como referência na unidade de saúde e apenas recebeu os agentes da PF ainda durante seu plantão.

Em nota enviada à Redação, o profissional esclarece que ele sequer figura como investigado no inquérito policial. Diz ainda que apenas foi solicitado a ele pelos policiais, a entrega de documentos, estando de plantão no momento em que ocorreu a diligência policial.

A nota segue afirmando que, após fornecida a documentação requisitada pelas autoridades policiais, o médico deixou a Unidade de Pronto Atendimento, dirigindo-se para outro plantão médico junto à Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SESMG), ao contrário do que foi noticiado pelo portal. Assim, a notícia publicada sobre sua prisão, não passou de um equívoco.

O Jornal Agora que sempre pautou pelo jornalismo sério, ao se certificar que as informações não procediam, deletou a matéria do site e pede desculpas ao dr. Rodolfo Barbosa, se colocando a disposição para mais esclarecimentos.

 

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