Crea-MG realiza blitz em Divinópolis pela segunda vez neste ano

O objetivo é reforçar as ações de rotina.

Da Redação

Cerca de 400 obras e empresas, em Divinópolis, vão ser fiscalizadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) até a próxima sexta-feira,19 de novembro de 2021. A ação, que foi iniciada no último dia 16, conta com uma equipe de 17 fiscais que vai verificar atividades relacionadas à engenharia, à agronomia e às geociências.

Esta é a segunda blitz realizada, este ano, pelo Crea-MG na cidade. Na primeira ação, realizada em junho, foram verificados 307 empreendimentos e expedidos 89 autos de infração. O objetivo da blitz é reforçar as ações de rotina que já são realizadas pelo Crea-MG no município. Durante a fiscalização, os agentes do Conselho verificam se as atividades técnicas estão sendo conduzidas por profissionais habilitados, bem como a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e as placas de identificação em obras.

Segundo o inspetor-chefe do Crea-MG em Divinópolis, engenheiro civil Luiz Otávio Santos Pereira, toda e qualquer blitz tem função específica de cumprir o papel do Conselho, que é o exercício da fiscalização.

— A blitz tem uma ação potencializadora da fiscalização, pois conseguimos cobrir um maior número de empreendimentos. Essa segunda ação na nossa cidade foi motivada pela alta demanda de obras a serem fiscalizadas — afirma.

As blitze se caracterizam por serem concentradas, em local e duração, e mais ágeis, por contarem com um maior número de fiscais. O gerente da Divisão de Fiscalização, engenheiro eletricista Nicolau Neder, reforça que esse tipo de ação traz inúmeros benefícios para a sociedade.

— Durante uma blitz identificamos, por exemplo, o exercício ilegal da profissão de engenharia, agronomia e geociências. A população não deve ficar exposta aos riscos advindos de serviços técnicos sendo desempenhados por pessoas sem atribuição e sem habilitação legal — pontua o gerente.

Balanço

Até setembro deste ano, foram realizadas 53 blitze em todas as regiões do estado, fiscalizando obras, empresas, contratos, quadro técnico e crédito rural. As principais irregularidades encontradas foram a falta de profissionais legalmente habilitados na execução de serviço de engenharia e a ausência de registro de empresa. O Conselho verifica e fiscaliza o exercício e a atividade profissional de engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia, conforme prevê a Lei Federal 5.194/1966.

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