CPI ouvirá ex-prefeitos sobre a Copasa

Um dos convocados deverá ser Vladimir Azevedo; órgãos serão ouvidos na segunda

 

 

Ricardo Welbert

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na Câmara de Divinópolis para apurar denúncias contra a qualidade do tratamento e da distribuição da água e do tratamento de esgoto pela Companhia de Saneamento (Copasa) na cidade pretende colher depoimentos de ex-prefeitos. Um deles, que ainda vai ser convocado, será Vladimir Azevedo (PSDB), que governou o município de 2009 a 2016.

Presidente da CPI, Sargento Elton (PEN) conta que já pediu à Prefeitura, Polícia Militar de Meio Ambiente, ao Ministério Público de Minas Gerais e ao Programa do Consumidor (Procon) estadual uma série de documentos que citam responsabilidades da Copasa. Porém, ainda aguarda respostas.

— Alguns desses papéis já chegaram. Somente após a criteriosa análise de cada um deles é que os ex-prefeitos serão chamados a depor — explicou, sem citar o prazo que os órgãos tiveram para levantar a papelada restante e enviá-la à Câmara.

Oitivas 

Representantes de quatro órgãos ambientais também vão falar à CPI sobre decisões tomadas em relação à Copasa nos últimos anos. Foram convidados servidores da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae/MG), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Instituto Estadual de Florestas (IEF) e da Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Supram).

As coletas dos depoimentos deles estão marcadas para segunda-feira, 9, a partir das 9h, na Câmara.

A Copasa informou que “sempre prestou e continuará prestando todas as informações necessárias para esclarecer as questões relativas a prestação dos serviços de abastecimento de água e do esgotamento sanitário em Divinópolis”.

 

 

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