CPI da Copasa: análises de depoimentos e documentos começam na segunda, 16

Ricardo Welbert

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na Câmara de Divinópolis para apurar denúncias de irregularidades nos serviços prestados pela Companhia de Saneamento (Copasa) no município não tem evento público marcado para a semana útil que começa na segunda-feira, 16, e vai até sexta-feira, 20. Nestes cinco dias serão analisados e tabulados os documentos recebidos e os depoimentos colhidos na primeira reunião pública dos trabalhos, ocorrida no dia 9 último.

Com isso, compromissos oficiais como audiências com novos convidados e convocados só deverão recomeçar no dia 23 de outubro, segunda-feira seguinte.

Oitivas

Representantes de quatro órgãos ambientais foram ouvidos na CPI no dia 9 de outubro. Foram convidados servidores da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae/MG), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Instituto Estadual de Florestas (IEF) e da Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Supram). A Arsae não enviou representante. Procurada pelo Agora, o órgão não justificou a ausência.

Durante a audiência, um representante da Supram informou que a Copasa não tem licença para tratar água em Divinópolis. Possui apenas uma outorga, que é uma autorização temporária.

As primeiras oitivas pública da CPI aberta na Câmara de Divinópolis parar apurar denúncias de irregularidades em serviços prestados pela Copasa ocorreu em um dia marcado por uma denúncia da Prefeitura contra a empresa.

Outro lado

A Copasa informou que "sempre prestou e continuará prestando todas as informações necessárias para esclarecer as questões relativas a prestação dos serviços de abastecimento de água e do esgotamento sanitário em Divinópolis". 

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