Copasa e taxa de esgoto

Bob Clementino 

A Justiça de Divinópolis, por meio do juiz Núbio Parreira, indeferiu o pedido de antecipação de tutela constante da ação popular proposta contra o Município e Copasa, visando a impedir a cobrança da taxa de esgoto nas contas da Copasa. Desta decisão provisória de 1ª instância, os autores recorreram ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, tentando derrubar o indeferimento, mas a Corte manteve a decisão do juiz local. Isso significa que, pelo menos por enquanto, a Copasa não sofre alteração na sua prática de cobrança da taxa. Oportunamente, haverá o julgamento do mérito da causa.

Fim dos vídeos sensacionalistas

Para eleitores conscientes politicamente, os vídeos sensacionalistas de pré-candidatos a vereador nas eleições deste ano já cansaram.

Eles já perceberam que pré-candidatos que chutam paus da barraca e outros objetos só querem camuflar sua falta de solução para as demandas urbanas, rurais e sociais da cidade. A maioria desses candidatos só denuncia os problemas, sem nunca oferecer soluções.

Quando confrontados ou instados nas redes sociais a discutirem as denúncias alardeadas, demonstram não ter base de informações para debater o assunto. Este desmascaramento político afugentou pré-candidatos oportunistas e aventureiros. Problemas do município, os eleitores conhecem e vivenciam no seu dia a dia, difícil é achar quem tenha as soluções.

Eleição 2012

Conhecer o passado é importante para construir o futuro. Pré-candidatos a vereador em 2020, em Divinópolis, eis o histórico das eleições de 2012 e 2016.

Em 2012, foram apurados 134.881 votos; válidos foram 122.363 ou 90,72 %. Brancos, nulos e abstenções chegaram a 35.735, o que corresponde a 23,97%.

Já em 2016: total de 136.344 votos apurados; válidos, 115.547, ou 84,75%. Nulos, brancos e abstenções foram 43.390, ou 29,48%.

Análise dos dados

Ao ler os dados acima, o que se vê é que, em 2016, 43.390 ou 29,48% dos eleitores votaram nulo, branco ou se abstiveram. E que, em 2012, esse número foi de 35.735 eleitores ou 23,97%, o que significa que, em quatro anos, esse tipo de votos aumentou, ou seja, 7.655 eleitores a mais.

O que significam esses números?

Será que esses eleitores não quiseram votar nos candidatos a vereador ou alguns deles não souberam usar a urna eletrônica? Embora careça de uma investigação técnica para a resposta, ouso dizer que as duas coisas contribuíram para essa estatística: decepção com a política e os políticos, e também dificuldade em usar a urna eletrônica. Mas vale a pena os partidos tentarem descobrir por que 43.390 votos foram perdidos para nulos, brancos e abstenções em 2016. É uma porção muito grande de votos.

Ducha antes de entrar na piscina

Eu acho um absurdo sócios de um clube entrarem na piscina sem tomar banho, fingindo que não veem a placa que o pede que faça isso. É falta de higiene, de educação, de respeito e até de civilidade em relação aos demais sócios. E não é só isso!

A importância do banho

A conduta de tomar uma ducha antes de entrar na piscina é obrigatória em muitos desses espaços. Mas você sabe quais são principalmente os motivos por trás dessa recomendação? Não se trata apenas de fazer uma cortesia higiênica para os outros banhistas: é também uma medida importante para manter a salubridade da água. A atitude adotada pelos clubes públicos evita interações químicas potencialmente nocivas à saúde. Cada banhista traz para a água das piscinas sua própria coleção de químicos: restos de fezes e suor e sobras de produtos de higiene pessoal, como cremes, xampus, loções e condicionadores. Todos esses componentes interagem com o cloro da piscina e formam compostos orgânicos voláteis, potencialmente nocivos, que as pessoas podem respirar e que têm potencial para causar irritação nos olhos e no sistema respiratório, provocando ataques de tosse ou crises de asma. Pensem nisso antes de pular em uma piscina sem tomar banho.

 

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