Comércio em Minas Gerais recua 1,0%, em fevereiro

Da Redação

Na passagem de janeiro para fevereiro de 2021, na série com ajuste sazonal, o volume de vendas do comércio varejista em Minas Gerais apresentou recuo de 1,0%. A taxa média nacional de vendas do varejo avançou 0,6%, com resultados negativos em 19 das 27 Unidades da Federação, com destaque, por magnitude de taxa, para: Amazonas (14,2%), Rondônia (11,5%) e Piauí (8,3%).

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação das vendas do comércio varejista em Minas Gerais foi de 0,4%, acima da média nacional (-3,8%). Houve predomínio de resultados negativos em 18 das 27 Unidades da Federação, com destaque, segundo contribuição, para: Rio de Janeiro (-8,5%), Rio Grande do Sul (-12,0%) e São Paulo (-1,8%).

No acumulado no ano, janeiro a fevereiro 2021, observa-se que o indicador do comércio varejista nacional foi de -2,1%, sendo que 18 das 27 Unidades de Federação apresentam indicadores negativos, com destaque para Amazonas (-21,5%), Distrito Federal (-11,5%) e Rio Grande do Sul (-9,9%). Minas Gerais apresentou acumulado no ano de 6,2%.

Na variação acumulada nos últimos 12 meses, observa-se que o indicador do comércio varejista nacional foi de 0,4%, sendo que 14 das 27 Unidades de Federação apresentam indicadores positivos, com destaque para Pará (9,2%), Piauí (7,9%) e Maranhão (7,5%). Minas Gerais apresentou acumulado nos últimos 12 meses de 4,3%.

Em síntese, com o ganho de ritmo observado em fevereiro de 2021 (0,6%), o comércio varejista nacional compensa parte da queda acumulada nos dois meses anteriores e situa o patamar do mês de referência a uma distância de 5,7% abaixo do ponto mais alto atingido em outubro de 2020.

Em Minas Gerais, apenas cinco das 11 atividades investigadas apresentaram avanço na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para o comércio varejista, com destaque para Artigos Farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosmético (16,1%) e Móveis e eletrodomésticos (8,9%). Por outro lado, o setor de Livros, jornais, revistas e papelaria (-39,9%) e Tecido, vestuário e calçados (-13,7%) apresentaram os maiores recuos. Já no comércio varejista ampliado, foram apresentados avanços no setor de Veículos, motocicletas, partes e peças (4,8%) e no setor de Material de construção (22,4%).

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