Começaram as confraternizações

Amnysinho Rachid

            E, como sempre, vão chegando as festas de fim de ano e com elas as coisas começam. Que venham as celebrações! Deliciosamente, grandes encontros com amigos, colegas de trabalho, vizinhos, alunos, parceiros, esportistas, enfim, um grupo que se vê com certa frequência durante o ano todo.

          Quando se fala desses encontros, tem de tudo: grandes festas, meia boca, simplórias, mas o que manda é confraternizar. Eu mesmo já participei de várias e de todos os tipos. Existem aquelas de empresa que o seu chefe te massacra o ano todo e, neste dia, fica fazendo graça com você; aquela também que sempre tem uma pessoa que se acha melhor que todos os outros; aquele que sempre toma a palavra para agradecer e todo mundo sabe do fingimento e da canalhice. Quem nunca foi numa festa que, na hora do amigo oculto, você sai com seu inimigo declarado? Tem também aquela coisa de você dar um presente top e recebe um péssimo.

        E as festas rateadas sempre têm aquele esperto que esquece de pagar, tem também aquele que acha que, se pagou, pode até levar pratinho para casa. O ser humano é sempre uma caixinha de surpresa.

       Neste ano, a coisa começou muito bem para o meu lado. Participo de uma superturma de hidro no Estrela, um pessoal diferenciado que a alegria é a palavra chave para nossas aulas. Temos um profissional de primeira, nosso professor Leandro, quem o conhece sabe do que estou falando. Um cara que se desdobra para fazer o melhor para todos. Animado e sabendo ensinar, transforma nossas aulas em grandes e festivos encontros.

Há alguns dias, sugeri que, ao contrário de todos os anos, fizéssemos a confraternização diferente, em alto estilo. Ideia dada, festa programada. Assim, fomos convocados para um grande encontro no salão nobre do Estrela do Oeste, e o tão esperado dia chegou e partimos para alegria.

      Sempre digo que festa boa é aquela que tem uma deliciosa comida, bebida gelada e uma ótima música, e não deu outra, a festa da hidro foi assim. Mas, o mais importante são os convidados, e, neste quesito, a turma arrasou se jogou na pista de dança e literalmente nos acabamos. Tiveram passinhos, valsetes, sambistas, enfim, todo mundo dando o que sabia e muitas coisinhas a mais.

      Você sabe que a festa foi boa quando, ao terminar, a turma parte para algo a mais. E rolou. Fomos uma turminha de pervertidos, Ju, Andrea, Leandro eu e minha Cleide, para ver o que o boteco do Miltão tinha, e qual não foi a surpresa de estar lotado. Nesta hora, sempre acho que tenho 15 anos. Quero ver o dia amanhecer ali, feliz da vida.

O mais interessante foi que o bar naturalmente mudou de nome, de bar do Miltão para o Bar do Psiuuuuuuu. Psiuuuuuu era o som feito pelo proprietário, pedindo a turma para fazer silêncio para não perturbar a tão sofrida vizinhança. Tendo toda hora a presença dos “homens” (polícia) fazendo seu papel, e assim acabou nossa deliciosa noite, com gostinho de quero mais.

      E nós continuamos aqui, desejando sempre estar com pessoas do bem em lugares memoráveis. Tok Empreendimentos, rua Cristal, 120, Centro.     

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