Coluna Entre Aspas 29/07/2021

CURIOSIDADES



O marinheiro Popeye e a Olívia existiram!


O marinheiro Popeye existiu! Na verdade, seu nome real era Frank "Rocky" Fiegel, nascido em 1868, na Polônia. Era marinheiro e, depois de aposentado, foi contratado pela taverna Wiebusch's, na cidade de Chester, Illinois, para limpar e manter a ordem. Tinha reputação de envolver-se em brigas, por isso tinha um dos olhos deformados (pop-eye, "olho estourado" em português). Sempre estava fumando um cachimbo, por isso falava apenas com um dos lados da boca. Era amável com as crianças. Não parava de contar aventuras imaginárias, gabando-se das proezas de sua força física, garantindo que nunca tinha perdido uma briga. O autor das histórias em quadrinhos Popeye, Elzie Crisler Segar, nascido em Chester, conheceu Frank ‒ quando jovem, ficava a ouvir suas histórias e, anos depois, o homenageou com o personagem marinheiro Popeye. Olívia Palito também existiu: era Dora Paskel, dona de um armazém geral em Chester. Ela era alta, magra e usava o cabelo bem enrolado em um coque. Ela também é descrita a se vestir da mesma forma que Olívia, usando sapatos de botões que eram populares naquela época. Segar manteve contato com Frank e sempre o ajudou financeiramente. Frank e Popeye carregam algumas características inerentes a todos os homens do mar, como bravura, coragem, cavalheirismo e virilidade.

 

REFLEXÃO DA SEMANA

 

“Se você for a casa de outra pessoa, entre cego e saia de lá mudo, não procure falhas, respeite quem confiou e lhe mostrou sua intimidade” (A.D.).

 

Na viagem

 

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia, o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou: 

— O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices? 

— Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado? 

Respondeu o jovem:

— Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso. 

— É mesmo? — disse o senhor — E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia? 

— Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência. 

O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. 

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se a pior pessoa do mundo.

No cartão estava escrito: “Professor doutor Louis Pasteur, diretor geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional Da França”. E, um pouco mais abaixo à frase, estava escrito em letras góticas e em negrito:

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima".

 

História atribuída como verídica ocorrida em 1892 (A.D.).

 

PLACA AFIXADA NUM RESTAURANTE PELAS BANDAS DE VIÇOSA*
HORÁRIO DE TRABALHO

Abrimos quando chegamos

Fechamos quando saímos

Se vier e não estivermos 

É porque ainda não chegamos ou já saímos.

*Brincadeira. É que tenho amigos em Viçosa.

 

MÁXIMAS DO PROFESSOR CARLINHOS 

 

O papo do bêbado e um companheiro de garrafa:

 

— No semestre que vem vou parar de beber.

— Parar? Que isso, cara. Deixa de ser bobo, sô. Por quê?

— Ah... É que toda vez que eu bebo, vejo tudo dobrado.

— E vai parar só por causa disso?  É só fechar um olho, bobo! Num para, não.

 

   

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