Choro e ranger de dentes

Augusto Fidelis

Tão logo cessem as medidas protetivas destinadas ao combate ou prevenção ao coronavírus,  virá a parte mais dolorosa e com efeitos muito mais devastadores do que as possíveis mortes dessa pandemia: a quebradeira das empresas, o aumento do desemprego, a falta de dinheiro, o aumento da criminalidade, o desespero de pais e mães que não terão comida para seus filhos, enfim, a miséria.

Enquanto isso, há alguém na espreita para comprar tudo que for colocado à venda pelo preço de banana, pois será a única com dinheiro para tal: a China. Aliás, uma mensagem que recebi de uma pessoa muito entendida no assunto, a TV estatal da China acaba de fazer parceria com a Rede Bandeirante;  há outro contrato com a TV Globo; o dragão está investido em vários setores da infraestrutura do nosso país, ou melhor, a China está comprando o Brasil. Por isso, a mídia bateu tanto em Eduardo Bolsonaro quando ele disse que o coronavírus é chinês. Assim sendo, realmente, foi muita ousadia desse deputado.

Curiosamente, não há registro de coronavírus na Rússia, em Cuba e a China já resolveu o seu problema. Afinal, três mil mortos num universo de mais de um bilhão de habitantes e uma coisa ínfima. Significativas, porém, para alarmar o mundo. Por outro lado, o líder supremo do Irã, aiatolá Khamenei, classificou o Covid-19 como uma bênção, apesar das mortes dos seus súditos. Ora, o Irã é aliado da China. É claro que, debaixo desse angu, tem muito caroço.

Em determinada passagem dos Evangelhos, Jesus indaga dos seus discípulos se quando Ele voltar ainda encontrará fé sobre a terra. Tudo indica que não. Mesmo antes do toque de recolher imposto pelas autoridades políticas, a Igreja foi uma das primeiras instituições a cerrar as portas, suspendendo as missas e outros ofícios. Há muita gente com medo de morrer, mas sem vontade de viver, inclusive, por qualquer coisa, fica com a cabeça ruim. A falta de fé e o medo descabido estão deixando muito doentes, mas não do coronavírus. A Semana Santa se aproxima e, se não for celebrada, será um absurdo. É a Páscoa que fundamenta a fé cristã e por séculos molda a cultura ocidental.

Bem, talvez o correto seja dizer que moldava, pois aqueles que trabalham para implantar a Nova Ordem Mundial querem varrer para debaixo do tapete essa cultura, e parece que estão conseguindo. Fala-se que a Europa, difusora  do cristianismo pelo mundo por meio dos seus missionários, não é mais cristã. As igrejas ficam vazias aos domingos, algumas já transformadas em centros comerciais ou casas de diversão. Com tanta coisa ruim que ainda virá, talvez seja mais prudentes riscar o ano de 2020 do calendário.  

augustofidelis1@gmail.com



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