Capacidade de produção é inferior a todas as regiões

Pablo Santos 

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) da indústria regional do Centro-Oeste é inferior a todas as regiões do Estado. Dados da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) revelam ociosidade perto dos 35% no acumulado do ano nas empresas da região.

Mensalmente, a Fiemg analisa cinco indicadores da indústria mineira. Um deles é UCI com média em Minas Gerais de 79,2% em maio, índice mais recente disponível.

Para se ter uma dimensão, quando se compara a capacidade instalada de Minas Gerais com o Centro-Oeste, a diferença é de 11,3%.

Conforme os dados da Fiemg, a capacidade de produção da indústria regional foi de 67,9% em maio. No mesmo período do ano passado esse índice esteve melhor: 69,6% e, quando se compara maio com abril desse ano, o indicador ficou parecido: 69,3%. No acumulado do ano, UCI tem o pior índice: 65,8% nas indústrias da região. 

De todas as regiões analisadas, a capacidade de produção da indústria do Centro-Oeste tem o indicador com o percentual mais baixo.

Na Zona da Mata, a indústria regional opera com 85,2% de sua capacidade e é o maior índice do estado no acumulado do ano.

A Região Leste trabalha com o segundo melhor indicador de 2018: 74,9%.

O Triângulo Mineiro e o Sul de Minas operam com indicadores semelhantes em sua capacidade de produção: 72,3% e 72,2%, respectivamente, de acordo com os números da Fiemg. 

Minas Gerais 

No estado, a 79,2% em maio UCI teve queda de 0,3 pontos percentual (p.p.) em relação a abril, na série com ajuste sazonal, conforme a Fiemg.

De janeiro a maio, o indicador médio (79,0%) foi 2,0 p.p. maior do que a registrada no mesmo período de 2017 (77,0%). A UCI permanece abaixo de sua média histórica (83,1%).

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