Bugre esclarece sobre gratuidade para crianças

 

Nos últimos jogos do Guarani no Farião, em confrontos valendo pelo Campeonato Mineiro Módulo II, alguns torcedores reclamavam no módulo da cobrança de ingressos para crianças até 12 anos, até mesmo crianças de colo. A insatisfação cresceu ainda mais no duelo desta quarta-feira, quando o Guarani venceu o Tupynambás por 3 a 0 e manteve a liderança isolada do estadual 2018.

Revoltado com o fato de ter de pagar ingresso para seu filho de 2 aninhos, um torcedor postou o fato em redes sociais, com seu post tendo uma grande repercussão.

Preocupado com o episódio, o Guarani, por meio de sua assessoria de comunicação, emitiu uma nota esclarecendo seus torcedores acerca do assunto e o explicando o porquê de as crianças terem de pagar meia-entrada para acompanhar os jogos no Farião.

Confira a nota do Bugre 

“O Guarani esclarece que a decisão acerca deste assunto não cabe ao clube. Todo torcedor que entra no estádio deve portar seu ingresso, basicamente, por dois motivos: não gerar superlotação no Farião e o bilhete ser uma espécie de seguro do torcedor, que o beneficia caso ocorra algum sinistro dentro do estádio. A apólice desse seguro é paga pelo clube no borderô.

Algumas cidades possuem lei municipal, que assegura a gratuidade para menores de 12 anos, como é o caso de Belo Horizonte, e outras que incluem ainda maiores de 65, como no Rio de Janeiro. Porém, mesmo sendo gratuito, o ingresso tem que ser retirado com antecedência, porque são limitados, para evitar que o número de torcedores presentes exceda a capacidade do estádio.

Aqui em Divinópolis, mesmo não havendo a lei municipal, o clube fornece entrada gratuita para crianças da Escola de Futebol Bugrinho, sendo esse número também condicionado a uma pré-reserva dos pais, na semana que antecede o jogo.

A exigência do porte do ingresso para todos é do estatuto do torcedor, e está presente em uma lei federal.”

Borderô 

Na partida de quarta-feira, no Farião, o estádio recebeu 2.055 torcedores pagantes, que proporcionaram uma renda de R$ 23.260, dos quais apenas R$ 7.590,27 restaram ao clube, descontadas todas as despesas. Só a Federação Mineira de Futebol (FMF) ficou com R$ 12.580,27. Veja, na imagem, todo o borderô, com receita e despesas do jogo.

 

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