Batendo Bola

As chances do Brasil em Tóquio

Nas olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, o Time Brasil conquistou o seu maior número de medalhas em jogos olímpicos, num total de 19 (7 ouros, 6 pratas e 6 bronzes), ocupando a 13ª posição no quadro geral, bem distante do que sonha e quer a fiel torcida brasileira.

 

Sonhando alto

 

Agora, já em preparação final para os jogos do ano que vem, em Tóquio (Japão), cresce a expectativa do torcedor sobre a participação dos atletas do Brasil nas olimpíadas, e a participação do país nos jogos pan-americanos de Lima só faz aumentar a expectativa dos brasileiros. E não sem motivo: o festejado segundo lugar no Peru, com recorde de medalhas e muitos ouros, dão, sim, esperança de novos tempos para o esporte nacional.

 

Novidades

 

E não sem motivos. Além de o país viver um novo momento no esporte, a estreia de modalidades como o skate e o surf, nas quais temos posição de destaque, dão a certeza de novos pódios para o Brasil.

 

Melhores do mundo

 

Gabriel Medina é o principal nome do Brasil no surf e a certeza de que o país lutará pelo ouro em Tóquio. Bi-campeão mundial de surf da ASP World Tour em 2014 e 2018, ele elevou o status do surf brasileiro, que hoje é respeitado e temido em todo o mundo. E não é só ele, o Brasil tem outros nomes que serão candidatos a medalha em Tóquio. Filipe Toledo é o segundo colocado no mundial de surf 2019, enquanto Ítalo Ferreira vem na quarta colocação, com chances reais de título no fim do ano.

 

No feminino

 

Com dupla nacionalidade, Tatiana Guimarães Weston, que nasceu em Porto Alegre em maio de 1996, mas mudou-se para o Hawaí com poucos meses de idade, tem dupla nacionalidade (pai inglês e mãe brasileira), anunciou, no fim de 2018, que representará o Brasil em torneios mundiais de surf.

Além dela, Bruna Schmitz, Maia Gabeira e Marcela Witt estão entre as melhores surfistas do Brasil e do mundo e lutam para representar o país em Tóquio.

 

 

Que não se espere milagres

 

Em meio a um turbilhão de dúvidas, com crise institucional fora dos gramados e o time na zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o técnico Rogério Ceni foi apresentado nesta semana como novo técnico do Cruzeiro, fazendo renascer a esperança da China Azul em dias melhores para a Raposa ainda nesta temporada.

 

Precisa tempo

 

Mas é bom a torcida colocar as barbas de molho, e não apostar suas fichas em resultados imediatos. É certo que o elenco azul não é tão ruim como fazem crer seus últimos resultados, mas também é verdade que nada muda da noite para o dia. Será preciso tempo para que Rogério Ceni coloque a casa em ordem. O time desceu a ladeira e reencontrar o caminho levará algum tempo.

 

Dias melhores

 

Uma coisa a torcida pode ter certeza e convicção: pior do que está é impossível ficar e a esperança é, sim, de que o time reencontre o caminho dos gols e das vitórias em algumas semanas e jogos. Pode até demorar mais do que a maioria quer, mas a certeza de que a equipe voltará a mostrar bom futebol é algo líquido e certo, como 2 e 2 são 4.

Ninguém desaprende de jogar bola de um dia para o outro, e qualidade é algo que todos sabem que o elenco da Raposa tem.

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