Apenas um

Preto no Branco 

O candidato a prefeito Sargento Elton (Patriota) foi o único até agora a se manifestar sobre o protocolo do anteprojeto de autoria de Edsom Sousa (DEM) destinado ao prefeito Galileu Machado (MDB). No documento, o vereador sugere que o chefe do Executivo faça um estatuto e envie ao órgão competente da sua Administração, vedando a nomeação para cargos  no âmbito da administração pública. A sugestão é destinada de forma direta ou indireta aos candidatos que não forem eleitos neste pleito. Prática muito comum em processos eleitorais, quando são distribuídos cargos a rodo em troca de favores. Sargento Elton gravou um vídeo parabenizando Edsom, que convidou todos os candidatos a se manifestarem, e parou por aí. Quem será o próximo a se posicionar?

Aprovadas e impugnada 

E por falar nos postulantes à Prefeitura, a Justiça Eleitoral começou a emitir alguns pareceres sobre as candidaturas. A do Sargento Elton já foi aprovada e a dos outros concorrentes devem sair nos próximos dias, algumas ainda nesta semana. Parte dos registros dos candidato à Câmara também foi liberada, assim, podem seguir a campanha sem nenhuma preocupação. Por outro lado, a candidata a vice-prefeita pelo PT, Camila Evelyn Góes, que concorria junto à Professora Maria Helena, teve seu nome impugnado. Temendo o pouco tempo que resta para as eleições, a direção do partido em Divinópolis optou por fazer a substituição na chapa a pedido da própria Camila. Em seu lugar entra Simone da Silva Leite. Bom que resolveu rápido e não desfalcou o time de mulheres inédito nesta disputa.

Pesquisa local 

Depois de receber diversas indagações de assinantes e leitores a respeito de pesquisas divulgadas na cidade sobre os candidatos à Prefeitura, o Agora vai realizar a sua, como sempre fez em eleições municipais. A diferença é que a empresa contratada é local. Em outros pleitos, trouxe resultados precisos em relação aos números da disputa. Em breve novos desdobramentos com o anúncio das datas. Enquanto isso, nossos leitores fiquem à vontade para continuarem questionando.

Ano de ‘milagres’

Ano eleitoral é mesmo diferenciado, especialmente em Divinópolis. Ocorre cada coisa que muitos julgavam impossível. Agora, os famosos tapa nas costas e abraços falsos são fichinha para tanta situação pitoresca presenciada nos últimos dias. Primeiro porque a pandemia do coronavírus não permite mais a aproximação. Segundo que a falta de vergonha na cara passa dos limites. O que o interesse em cargo e olho grande no gordo salário do fim do mês não fazem! Me poupe com tanta hipocrisia. Para quem saber ler...

Mais moderno

 E mais: as presenças em festas de associações de moradores, em igrejas e até em casas onde nem se tem muita intimidade são cada vez mais substituídos pelos  vídeos indignados. Assunto não faltam: a ruindade na infraestrutura da cidade, críticas aos atuais gestores etc. São apenas alguns dos sinais que estamos em ano eleitoral, de "caça ao voto”. Imagine em um ano de pandemia grave. Haja oportunista para se aproveitar da situação. E o mais triste ainda é ter certeza que boa parte das cadeiras que vão vagar no Município serão ocupadas exatamente por este tipo de pessoa. Neste sentido, vale a velha máxima de que “a população tem o governo que merece”? Talvez. Deixo a análise para o próprio eleitor.

Apostas dos candidatos 

O Agora traz em sua edição de hoje detalhes sobre os planos de governos de todos os candidatos à Prefeitura de Divinópolis. A reportagem é longa, mas vale a pena ler para que você, eleitor, fique por dentro das propostas e intenções dos postulantes ao Executivo. Como não poderia ser diferente, em ano de pandemia, a saúde é o principal foco, incluindo o Hospital Regional, assunto que será motivo de reunião virtual amanhã entre as secretarias Municipal e Estadual de Saúde. A intermediação é do médico Rinaldo Valério, aliás, o primeiro a falar sobre o término das obras via recursos da Vale. Há a possibilidade de a retomada da construção estar mais próxima do que se se pensa. Aguarde novidades via Rinaldo, merecedor do crédito que depois foi dado a alguns políticos que se aproveitaram da situação. Coisa feia! 

 

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