Analgésicos registram oscilação e preços recuam nas farmácias de Divinópolis

 

Pablo Santos 

O analgésico neosaldina é o medicamento com maior variação de preço nas farmácias de Divinópolis. O comprimido quase dobrou a diferença de preço de agosto para setembro e, em contrapartida, registrou queda de preço de quase 43%, de acordo com os dados analisados pelo Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nupec) da Faced. O dorflex também teve forte oscilação de valores.

A pesquisa de preços dos medicamentos mais vendidos no Brasil, segundo a Anvisa, foi realizada nas principais redes de farmácias de Divinópolis na segunda quinzena de setembro. Ao todo 10 medicamentos foram analisados pelos pesquisadores.

Conforme a pesquisa de agosto, a neosaldina estava com variação de 170,31%. O medicamento era cotado de R$ 9,87 a R$ 26,68.

Já em setembro, a caixa do comprimido registrou uma variação de 310,47%. É possível encontrar o medicamento de R$ 4,84 a R$ 19,99, apontou os pesquisadores.

Apesar da variação, o remédio registrou queda considerável entre agosto e setembro. De acordo com a pesquisa, o produto foi encontrado em agosto por R$ 19,73, em média, e passou para R$ 11,72 para o mês seguinte, ou seja, um declínio de 42,82%.

O segundo medicamento com maior oscilação é outro analgésico. Dorflex assinalou diferença de 248%. Nas farmácias de Divinópolis, o analgésico e cotado de R$ 4,28 a R$ 14,90.

Neosoro é o terceiro da lista dos medicamentos com maior diferença de preço em setembro. De acordo com a pesquisa, a oscilação foi de 180,33%. O medicamento foi cotado de R$ 3 a R$ 8,41.

Depois de liderar em 510% de diferença de valores em agosto, a sinvastatina 20mg ficou na quarta posição com 163% de variação em setembro. O suplemento natural que tem por principal objetivo fazer a redução do colesterol é encontrado de R$ 3 a R$ 7,90 nas farmácias de Divinópolis.

A pílula anticoncepcional e um suplemento hormonal foram os medicamentos com as menores diferenças de preços entre as farmácias locais.

— O microvilar (37,23%) e puran (36,65%) foram os produtos com as menores variações entre os estabelecimentos pesquisados — destacou o pesquisador Leandro Maia.

 

 

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