Alunos escritores do Sesi são premiados em noite cultural

Concurso literário homenageia Monteiro Lobato e Adélia Prado

Da Redação

Apesar de todas as dificuldades sofridas pelas instituições de ensino em tempos de pandemia, a escola Sesi Divinópolis Cel. Jovelino Rabelo, por meio de sua coordenadoria pedagógica, ofereceu um alento de cultura para os seus alunos e alunas dos ensinos fundamental II e médio neste ano letivo de 2021.      

Na noite de ontem, aconteceu o evento de premiação do concurso literário “Os Monteiros que há em nós”. O kit literário “Minha Primeira Biblioteca”, contendo oito exemplares de dois dos principais autores da literatura nacional, Monteiro Lobato e Ziraldo, que foi doado aos alunos do Sesi, inspirou a realização do concurso.

 

Evento

O evento, obedecendo a todos os protocolos de segurança de prevenção à covid, aconteceu no auditório da Fiemg Regional Centro-Oeste, às 18h. Estiveram presentes membros do grupo gestor do Sesi, coordenação pedagógica, professores coordenadores da área de linguagens e, claro, os alunos selecionados para a fase final do concurso com seus familiares.

A noite foi abrilhantada com um sarau, evento festivo de declamação de poesias, que homenageou a escritora do ano da rede Sesi, a conterrânea Adélia Prado, uma das mais influentes autores da literatura do Brasil. Cerca de 15 alunos e alunas declamaram poemas de Adélia, emprestando seus mais diversos sentimentos à propagação da arte no contexto escolar.          

A noite contou ainda com uma exposição de arte intitulada “As cores de Adélia”, que transformou os poemas da escritora em arte visual para o prestígio daqueles que admiram suas obras e até mesmo para aqueles que não estão familiarizados com a cultura.

 

Cultura 

De acordo com a pedagoga do Sesi, Cintia Teixeira, a escola Sesi Divinópolis entende que a cultura é uma das norteadoras na formação da identidade do aluno, na medida em que este se realiza como pessoa e expande suas potencialidades na construção de um mundo melhor. 

— Valorizamos manifestações artísticas que trazem um ar de esperança e ficam guardadas em cada memória. Já dizia Adélia Prado: “O que a memória ama, fica eterno. Te amo com a memória, imperecível” — finalizou. 

 

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